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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Simplesmente um destino...


Início de semana. Início de novos planos, novas descobertas.
A cabeça ferve, na expectativa de novas soluções de vida.
Há mais de tres meses, a vida segue cautelosa, medrosa, paciente...
De repente, o novo surge sem avisar, nos enchendo de vigor para ir em frente.
De repente, parece que a energia não muito boa, resolveu partir em busca de outros mais fracos.
É assim a vida.
Pura renovação.
Pura crença.
Pura aceitação.
Pura certeza de que não podemos fugir jamais do nosso destino.
(Adir Vieira - 28/02/11)
Fonte da imagem:tueeuemocoes.blogspot.com

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Você…. vai estar algum dia em seu lugar…


Quando uma velha senhora morreu na seção para o tratamento de doenças da velhice em uma pequena clínica perto de Dundee, na Escócia, todos estavam convencidos de que ela não havia deixado nada de valor.
Então, quando as enfermeiras verificaram seus poucos pertences, eles encontraram um poema. Sua qualidade e conteúdo impressionaram todas as pessoas, e todas as enfermeiras queriam uma cópia da mesma.
Uma delas levou uma cópia para a Irlanda.
A única herança que a velha deixou a seus sucessores foi publicado na edição de Natal da notícia da União
para a Saúde Mental na Irlanda do Norte.
Este poema, simples mas eloqüente, também foi apresentado com slides.
Então, esta velha senhora da Escócia, sem posses materiais para deixar ao mundo, é a autora deste poema "anônimo" que circula na Internet.
" A Velha Rabugenta "
Que vêem amigas? Que vêem ? Que pensam quando me olham?
Uma velha rabugenta não muito inteligente de hábitos incertos, com seus olhos sonhadores fixos ao longe?
A velha que cospe comida que não responde ao tentar ser convencida... “de, fazer
um pequeno esforço?"
A velha, que vocês acreditam que não se dá conta das coisas que vocês fazem e que continuamente perde a sua escova ou o sapato ?
A velha, que contra sua vontade, mas humildemente lhes permite a fazer o que queiram, que me banhem e me alimentem só para o dia passar mais depressa....

É isso que vocês acham? É isso que vocês vêem? Se assim for, abram os olhos, amigas, porque isso que vocês vêem não sou eu!
Vou lhes dizer quem sou, quando estou sentada aqui, tão tranquila como me ordenaram...
Sou uma menina de 10 anos, que tem pai e mãe, irmãos e irmãs que se amam.
Sou uma jovenzinha de 16 anos. Com asas nos pés, e que sonha encontrar seu amado.
Sou uma noiva aos 20, que o coração salta nas lembranças, quando fiz a promessa
que me uniu
até o fim de meus dias com o AMOR de minha vida.
Sou ainda uma moça com 25 anos, que tem
seus filhos, Que precisam que eu os guie... Tenho um lugar seguro e feliz !
Sou a mulher com 30 anos. Onde os filhos crescem rápido,
E estamos unidos com laços que deveriam durar para sempre...
Quando tenho 40 anos Meus filhos já cresceram E não estão em casa... Mas ao meu lado está meu marido Que me acalente quando estou triste.
Aos cinquenta, mais uma vez comigo deixam os bebês, meus netos, e de novo tenho a alegria das crianças, meus entes queridos junto a mim.
Aos 60 anos, sobre mim nuvens escuras aparecem, meu marido está morto; e quando olho meu futuro me arrepio toda de terror.
Os meus filhos se foram, e agora tem os seus próprios filhos... Então penso em tudo o que aconteceu e no amor que conheci.
Agora sou uma velha.
Que cruel é a natureza....
A velhice é uma piada Que transforma um ser humano Em um alienado.
O corpo murcha Os atrativos e a força desaparecem
Ali, onde uma vez teve um coração Agora há uma pedra.
No entanto, nestas ruínas, a menina de 16 anos ainda está viva. E o meu coração cansado, ainda está repleto de sentimentos Vivos e conhecidos .
Recordo os dias felizes e tristes. Em meus pensamentos volto a amar e a viver o meu passado.
Penso em todos esses anos Que foram, ao mesmo tempo poucos Mas que passaram muito rápido.
E aceito o inevitável..
Que nada pode durar para sempre...
Por isso, abram seus olhos e vejam Diante de vocês não está uma velha mal-humorada Diante de vocês estou apenas “EU...” Uma menina, mulher e senhora
Viva...!! E com todos os sentimentos de uma vida...
Lembrem deste poema da próxima vez que se encontrar com uma pessoa idosa mal-humorada e não a rejeitem, sem olhar primero a sua Alma Jovem…
Você…. vai estar algum dia em seu lugar…
Fonte da imagem: Internet

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Trecho do discurso feito por José Saramago ao receber o Prêmio Nobel

Vale a pena ler
Uma declaração de amor aos avós, analfabetos, feita pelo Saramago ao receber o Prêmio Nobel de literatura.
O homem mais sábio que conheci em toda a minha vida não sabia ler nem escrever. As quatro da madrugada, quando apromessa de um novo dia ainda vinha em terras de França, levantava-se daenxerga e saía para o campo, levando ao pasto a meia dúzia de porcas decuja fertilidade se alimentavam ele e a mulher. Viviam desta escassezos meus avós maternos, da pequena criação de porcos que, depois dodesmame, eram vendidos aos vizinhos da aldeia. Azinhaga de seu nome, naprovíncia do Ribatejo.
Chamavam-se Jerónimo Melrinho e Josefa Caixinha esses avós, e eramanalfabetos um e outro. No Inverno, quando o frio da noite apertava aoponto de a água dos cântaros gelar dentro da casa, iam buscar àspocilgas os bácoros mais débeis e levavam-nos para a sua cama. Debaixodas mantas grosseiras, o calor dos humanos livrava os animaizinhos doenregelamento e salvava-os de uma morte certa. Ainda que fossem gente debom caráter, não era por primores de alma compassiva que os dois velhosassim procediam: o que os preocupava, sem sentimentalismos nemretóricas, era proteger o seu ganha-pão, com a naturalidade de quem,para manter a vida, não aprendeu a pensar mais do que o indispensável.
Ajudei muitas vezes este meu avô Jerónimo nas suas andanças depastor, cavei muitas vezes a terra do quintal anexo à casa e corteilenha para o lume, muitas vezes, dando voltas e voltas à grande roda deferro que acionava a bomba, fiz subir a água do poço comunitário e atransportei ao ombro, muitas vezes, às escondidas dos guardas dassearas, fui com a minha avó, também pela madrugada, munidos de ancinho,panal e corda, a recolher nos restolhos a palha solta que depois haveriade servir para a cama do gado. E algumas vezes, em noites quentes deVerão, depois da ceia, meu avô me disse: "José, hoje vamos dormir osdois debaixo da figueira". Havia outras duas figueiras, mas aquela,certamente por ser a maior, por ser a mais antiga, por ser a de sempre,era, para toda as pessoas da casa, a figueira.
Mais ou menos por antonomásia, palavra erudita que só muitos anosdepois viria a conhecer e a saber o que significava... No meio da paznoturna, entre os ramos altos da árvore, uma estrela aparecia-me, edepois, lentamente, escondia-se por trás de uma folha, e, olhando eunoutra direção, tal como um rio correndo em silêncio pelo céu côncavo,surgia a claridade opalescente da Via Láctea, o Caminho de Santiago,como ainda lhe chamávamos na aldeia.
Enquanto o sono não chegava, a noite povoava-se com as histórias e os casos que o meu avô ia contando:lendas, aparições, assombros, episódios singulares, mortes antigas,zaragatas de pau e pedra, palavras de antepassados, um incansável rumorde memórias que me mantinha desperto, ao mesmo tempo que suavemente meacalentava. Nunca pude saber se ele se calava quando se apercebia de queeu tinha adormecido, ou se continuava a falar para não deixar em meio aresposta à pergunta que invariavelmente lhe fazia nas pausas maisdemoradas que ele calculadamente metia no relato: "E depois?". Talvezrepetisse as histórias para si próprio, quer fosse para não as esquecer,quer fosse para as enriquecer com peripécias novas.
Naquela idade minha e naquele tempo de nós todos, nem será precisodizer que eu imaginava que o meu avô Jerónimo era senhor de toda aciência do mundo. Quando, à primeira luz da manhã, o canto dos pássarosme despertava, ele já não estava ali, tinha saído para o campo com osseus animais, deixando-me a dormir. Então levantava-me, dobrava a mantae, descalço (na aldeia andei sempre descalço até aos 14 anos), ainda compalhas agarradas ao cabelo, passava da parte cultivada do quintal para aoutra onde se encontravam as pocilgas, ao lado da casa. Minha avó, já apé antes do meu avô, punha-me na frente uma grande tigela de café compedaços de pão e perguntava-me se tinha dormido bem. Se eu lhe contavaalgum mau sonho nascido das histórias do avô, ela sempre metranqüilizava: "Não faças caso, em sonhos não há firmeza".
Pensava então que a minha avó, embora fosse também uma mulher muitosábia, não alcançava as alturas do meu avô, esse que, deitado debaixo dafigueira, tendo ao lado o neto José, era capaz de pôr o universo emmovimento apenas com duas palavras. Foi só muitos anos depois, quando omeu avô já se tinha ido deste mundo e eu era um homem feito, que vim acompreender que a avó, afinal, também acreditava em sonhos. Outra coisanão poderia significar que, estando ela sentada, uma noite, à porta dasua pobre casa, onde então vivia sozinha, a olhar as estrelas maiores emenores por cima da sua cabeça, tivesse dito estas palavras: "O mundo étão bonito, e eu tenho tanta pena de morrer". Não disse medo de morrer,disse pena de morrer, como se a vida de pesado e contínuo trabalho quetinha sido a sua estivesse, naquele momento quase final, a receber agraça de uma suprema e derradeira despedida, a consolação da belezarevelada.
Estava sentada à porta de uma casa como não creio que tenhahavido alguma outra no mundo porque nela viveu gente capaz de dormir comporcos como se fossem os seus próprios filhos, gente que tinha pena deir-se da vida só porque o mundo era bonito, gente, e este foi o meu avô Jerónimo, pastor e contador de histórias, que, ao pressentir que a morteo vinha buscar, foi despedir-se das árvores do seu quintal, uma poruma, abraçando-se a elas e chorando porque sabia que não as tornaria a ver."


Fonte da imagem: elternclio.blogspot.com

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Respeitem as diferenças!


A ESCOLA DOS BICHOS
CONTA-SE QUE VÁRIOS BICHOS DECIDIRAM FUNDAR UMA ESCOLA.
PARA ISSO REUNIRAM-SE E COMEÇARAM A ESCOLHER AS DISCIPLINAS.
O PÁSSARO INSISTIU PARA QUE HOUVESSE AULAS DE VOO.
O ESQUILO ACHOU QUE A SUBIDA PERPENDICULAR EM ÁRVORES ERA FUNDAMENTAL.
E O COELHO QUERIA DE QUALQUER JEITO QUE A CORRIDA FOSSE INCLUÍDA.
E ASSIM FOI FEITO, INCLUÍRAM TUDO, MAS...COMETERAM UM GRANDE ERRO.
INSISTIRAM PARA QUE TODOS OS BICHOS PRATICASSEM TODOS OS CURSOS OFERECIDOS.
O COELHO FOI MAGNÍFICO NA CORRIDA, NINGUÉM CORRIA COMO ELE. MAS QUERIAM ENSINÁ-LO A VOAR.
COLOCARAM-NO NUMA ÁRVORE E DISSERAM: “VOA, COELHO.” ELE SALTOU LÁ DE CIMA E “PUFT”...COITADINHO!
QUEBROU AS PERNAS. O COELHO NÃO APRENDEU A VOAR E ACABOU SEM PODER CORRER TAMBÉM.
O PÁSSARO VOAVA COMO NENHUM OUTRO, MAS OBRIGARAM-NO A CAVAR BURACOS COMO UMA TOUPEIRA.
QUEBROU O BICO E AS ASAS E, DEPOIS, NÃO CONSEGUIA VOAR TÃO BEM, E NEM MAIS CAVAR BURACOS.
SABE DE UMA COISA?
TODOS NÓS SOMOS DIFERENTES UNS DOS OUTROS E CADA UM TEM UMA OU MAIS QUALIDADES PRÓPRIAS DADAS POR DEUS.
NÃO PODEMOS EXIGIR OU FORÇAR PARA QUE AS OUTRAS PESSOAS SEJAM PARECIDAS CONOSCO OU TENHAM NOSSAS QUALIDADES.
SE ASSIM AGIRMOS, ACABAREMOS FAZENDO COM QUE ELAS SOFRAM E, NO FINAL, ELAS PODERÃO NÃO SER O QUE QUERÍAMOS QUE FOSSEM E, AINDA PIOR, ELAS PODERÃO NÃO MAIS FAZER O QUE FAZIAM BEM FEITO.
“RESPEITAR AS DIFERENÇAS É AMAR AS PESSOAS COMO ELAS SÃO.”
Texto de Rosana Rizzuti
Fonte da imagem: Internet

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Quem dobrou seu pára-quedas hoje ?


Essa lição de vida, recebi pela Internet e divido com vocês.
"Charles Plumb, era piloto de um bombardeiro na guerra do Vietnã.
Depois de muitas missões de combate, seu avião foi derrubado por um míssil.
Plumb saltou de pára-quedas, foi capturado e passou seis anos numa prisão norte-vietnamita. Ao retornar aos Estados Unidos, passou a dar palestras relatando sua odisséia e o que aprendera na prisão.
Certo dia, num restaurante, foi saudado por um homem:
“Olá, você é Charles Plumb, era piloto no Vietnã e foi derrubado, não é mesmo?"
“Sim, como sabe?", perguntou Plumb.
“Era eu quem dobrava o seu pára-quedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?"
Plumb quase se afogou de surpresa e com muita gratidão respondeu:
"Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje."
Ao ficar sozinho naquela noite, Plumb não conseguia dormir, pensando e perguntando-se:
“Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse Bom Dia? Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro."
Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco enrolando os fios de seda de vários pára-quedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não Agora, Plumb inicia suas palestras perguntando à sua platéia:
"Quem dobrou teu pára-quedas hoje?".
Todos temos alguém cujo trabalho é importante para que possamos seguir adiante. Precisamos de muitos pára-quedas durante o dia: um físico, um emocional, um mental e até um espiritual.
Às vezes, nos desafios que a vida nos apresenta diariamente, perdemos de vista o que é verdadeiramente importante e as pessoas que nos salvam no momento oportuno sem que lhes tenhamos pedido.
Deixamos de saudar, de agradecer, de felicitar alguém, ou ainda simplesmente de dizer algo amável.
Hoje, esta semana, este ano, cada dia, procura dar-te conta de quem prepara teu pára-quedas, e agradece-lhe. "

Fonte da imagem:canteirosre.blogspot.com

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Vale a pena conferir!



Hoje recebi um e-mail que me divertiu muito e espero que vocês também se divirtam, por isso, resolvi dividi-lo com vocês.

Acessem o site abaixo:

http://www.dilmaza.com/intro/
Esperem carregar; no quadrinho escreva seu nome e no outro sobrenome
e depois cliquem em enter .

Fonte da imagem: imagensporfavor.com

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

O play

São nove horas da manhã. Desço para o play e a cada dia surge uma novidade.Eu própria já sou a novidade, visto que não costumo ser freqüentadora habitual.Percebo que próximo a mim se inicia o ritual de se fazerem ser notados – os empregados correm de um lado para o outro e nunca, vassouras, baldes e mangueiras, foram tão movimentados.Até o porteiro, figura estática e escondida na guarita pelo próprio sono reparador da noite passada alerta no outro emprego, faz uma força estupenda para se manter do lado de fora, de forma que eu constate sua eficiência.De repente, crianças de todos os tipos, comportadas e sapecas, as mais comuns, surgem em mutirão começando a algazarra.Embora a maioria não atinja os 8 anos, são poucos os responsáveis que as acompanham nos folguedos. Fico conhecedora de que seus pais e mães estão no trabalho e as babás ou empregadas têm outros afazeres dentro das casas.Assim, alheios ao que se pode chamar de educação dirigida, vão todos experimentando o “modus-vivendi” uns dos outros. Formam-se grupinhos dos que se empatizam e nota-se, em cada canto, brincadeiras diversas que, no burburinho, consegue-se distinguir com grande dificuldade. Um dos grupos joga bola de mão, outro pratica queimada, outro, jogo de tabuleiro. Há ainda os que, driblando cada um desses grupos, promovem torneios de bicicleta.A tristeza e a preocupação não fazem parte daqui. Tudo se transforma em gritos e prazer. E eu ali, observando…Procurando encontrar semelhanças, mesmo de vocabulário, entre essas crianças de hoje e as do meu tempo; não as encontro e constato, infeliz, a tremenda falta que mães e educadoras estão fazendo à sociedade.São crianças, como as de outrora, mas que têm um não-sei-quê de maldade, de esperteza, de sagacidade, totalmente desnecessárias para que a infância se faça cumprir.
(Adir Vieira - maio/2010)
Fonte da imagem: spoiledrottenkids.com

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Novo fim de semana com a gatinha


E a gatinha voltou, apenas, dessa feita, para um final de semana.
Com ela, como sempre, a alegria, a renovação, a energia boa dos inocentes.
Agora, com ares de mocinha, rosto afinado, queixo saliente, mostrando sua grande determinação.
Com sua presença, seu sorriso, sua felicidade, a casa retoma outra vez aos ruidos dos filmes de adolescente e nessa hora, a televisão da sala não é compartilhada com mais ninguém. Adora filmes, devora-os de tacada, sejam cinco ou seis.
O dono da locadora mais próxima, já adivinha suas visitas à minha casa. Vai-e-vem constante entre coleta e aluguel, já prepara uma relação para o seu gosto e ela demonstra seu orgulho com vivacidade, percebendo o carinho mesmo dos estranhos em paga à sua docilidade de menina.
Que mais tarde, quando ela retornar aos estudos que fique aqui em casa impregnada sua energia.
(Adir Vieira - 20/02/11)
Fonte da imagem:vidaearteemcores.blogspot.com

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Tensão que me maltrata!


Gostaria de ser mais otimista, de acreditar que as coisas sempre dão certo, de verdadeiramente intuir que tudo acabará bem.
Mas comigo, desde cedo, não é assim que a banda toca.
Tento me encher de conceitos do bem e desenhar as situações como ao meu gosto, mas por mais que me esforce, se algo dá errado, lá está o pezinho atrás a se movimentar na minha direção.
Hoje, foi assim, um dia de testar a tensão, de não deixá-la entrar na minha pele, nem nos meus órgãos, mas não adiantou.
Já cedo, um telefonema anuncia uma internação no CTI, um pouco mais tarde, uma pessoa que deveria chegar às duas da tarde, dá sinais de vida somente após às 18.00 horas. Para completar, um familiar de volta ao Brasil, tem problemas com o vôo e me deixa em pânico por notícias.
Agora, quando de novo a calma se instalou, estou eu aqui tentando relaxar mais um pouco, com o meu amigo PC. E vamos lá!
(Adir Vieira - 18/02/11)
Fonte da imagem:
bibliotecademedicina.com.br

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

É a vida de volta!


O dia hoje amanheceu mais fresco.
Ou será que minha cabeça é que está mais leve, com os pensamentos certos e mais feliz?
Também, depois de tantos problemas de doença, agora que tudo vai melhorando,sinto-me pronta para de novo apreciar a vida.
Olhar as flores e com elas me emocionar...
Sentir vontade real de preparar aquele prato bem apimentado...
Caminhar sem rumo, certa do tempo total disponível para mim...
Hoje, estou assim, feliz com a alegria de viver dos que me cercam.
Feliz do meu papel nesta vida!
(Adir Vieira - 17/02/2011)
Fonte da imagem:mensagens-de-carinho.blogspot.com

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Alegria de viver!


Domingo tivemos mais um almoço em família. Outro dia para alegrar nossas vidas e atestar a força da genética, os bons princípios, a evolução da vida, enfim.
O bisneto , com quase um ano, já traz na personalidade ainda em formação, os fortes gens do amor dessa família, originada com a semente profícua do meu marido.
É belo e motivante assistir de camarote a vida exercendo seu papel e presenciar que os bebês hoje tem suas famílias formadas dentro daqueles mesmos valores morais.
Para embelezar esse post, divulgo aqui meu marido e suas netas lindas.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Prova de tenacidade


O dia amanhece fora do quarto, jogando quase que no chão, os corpos antes tão refrescados e protegidos pelo ar-condicionado.
É hora da caminhada matinal e antes é preciso ainda se abastecer com o café da manhã, seguindo a rotina da dieta.
Embora fosse bem mais aprazível permanecer deitado, essa caminhada de trinta minutos faz parte da recuperação total de uma isquemia recente.
Aprecio essa tenacidade e essa força de vontade vinda das pessoas mais idosas. Essa luta ferrenha de permanecerem jovens e ativos em todos os sentidos. Lindo observar que encaram essa atividade como um trabalho diário e ao término do exercício seus olhos parecem dizer que mais um dia foram vencedores!
(Adir Vieira - 15/02/2011)
Fonte da imagem:ilhabela.sp.gov.br

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Atenção Bauducco!


Era sexta-feira à tarde e de repente um telefonema me avisava da chegada de duas antigas amigas para uma visita. Sem que houvesse tempo para preparativos dignos das duas, fui ao mercado mais próximo e uma embalagem de torradinhas (lançamento da Bauducco) redondas, próprias para canapés, me sugeriram uma parte do lanche. A própria caixa continha uma receita para canapés deliciosos. Como eram duas pessoas, resolvi adquirir cinco caixas.
Para minha surpresa, no entanto, ao abrir a caixa de papelão e retirar a embalagem, o que encontrei foi um terço de torradas ainda inteiras, pois o restante era puro "farelo". Resultado, das cinco caixas pude compor apenas tres em canapés. A sobra acompanhou a "sopa" noturna.
Como o meu lanche era composto de outros componentes, o servido atendeu às minhas expectativas.
Mas crítica como sou, aquele incidente não me saía da cabeça e resolvi visitar outros dois mercados e repetir a compra, dessa vez de apenas uma unidade. Qual não foi minha surpresa ao constatar que o fornecimento era mesmo daquele jeito: metade das torradas inteiras e metade quebradiças.
Cuidado Bauducco, pois eu, como consumidora, estou passando batida nas gôndolas desse produto!
(Adir Vieira - 14/02/2011)
Fonte da imagem:romadistribuidora.com.br

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Boneca de crochê



Um homem e uma mulher estavam casados por mais de 60 anos.
Eles tinham compartilhado tudo um com o outro e conversado sobre tudo.
Não havia segredos entre eles, com exceção de uma caixa de sapato que a mulher guardava em cima de um armário e tinha avisado ao marido que nunca abrisse aquela caixa e nem perguntasse o que havia nela.
Por todos aqueles anos ele nunca nem pensou sobre o que estaria naquela caixa de sapato.
Um dia a velhinha ficou muito doente e o médico falou que ela não sobreviveria.
Sendo assim, o velhinho tirou a caixa de cima do armário e a levou pra perto da cama da mulher.
Ela concordou que era a hora dele saber o que havia naquela caixa.
Quando ele abriu a tal caixa, viu 2 bonecas de crochê e um pacote de dinheiro que totalizava 95 mil dólares.
Ele perguntou a ela o que aquilo significava, ela explicou;
- Quando nós nos casamos minha avó me disse que o segredo de um casamento feliz é nunca argumentar/brigar por nada. E se alguma vez eu ficasse com raiva de você que eu ficasse quieta e fizesse uma boneca de crochê.
O velhinho ficou tão emocionado que teve que conter as lágrimas enquanto pensava 'Somente 2 bonecas preciosas estavam na caixa. Ela ficou com raiva de mim somente 2 vezes por todos esses anos de vida e amor.'
- Querida!!! - Você me explicou sobre as bonecas, mas e esse dinheiro todo de onde veio?
- Ah!!! - Esse é o dinheiro que eu fiz com a venda das bonecas, só sobrou duas.
-ORAÇÃO
Senhor, dai-me sabedoria para entender meu marido, amor para perdoá-lo e paciência para aturá-lo, porque se eu pedir força, eu bato nele até matar, pois EU NÃO SEI FAZER CROCHÊ... Amém!

Fonte da imagem:blogmeninaarteira.blogspot.com

sábado, 12 de fevereiro de 2011

A loba (Alcione) Composição: Paulinho Rezende e Juninho Peralva

Sou doce, dengosa, polida
Fiel como um cão
Sou capaz de te dar Minha vida...
Mas olha
Não pise na bola
Se pular a cêrca
Eu detono
Comigo não rola...
Sou de me entregar
De corpo e alma na paixão
Mas não tente nunca
Enganar meu coração
Amor prá mim
Só vale assim
Sem precisar pedir perdão...
Adoro sua mão atrevida
Seu toque, seu simples olhar
Já me deixa despida
Mas saiba que eu
Não sou boba
Debaixo da pele de gata
Eu escondo uma loba...
Quando estou amando
Eu sou mulher de um homem só
Desço do meu salto
Faço o que te der prazer
Mas, oh! meu rei
A minha lei
Você tem que saber...
Sou mulher de te deixar
Se você me trair
E arranjar um novo amor
Só pra me distrair...
Me balança mas não me destrói
Porque chumbo trocado não dói
Eu não como na mão
De quem brinca
Com a minha emoção...
Sou mulher capaz de tudo
Prá te ver feliz
Mas também sou de cortar
O mal pela raiz...
Não divido você com ninguém
Não nasci prá viver num harém
Não me deixe saber
Ou será bem melhor prá você Me esquecer...
Adoro sua mão atrevida
Seu toque, seu simples olhar
Já me deixa despida
Mas saiba que eu
Não sou boba
Debaixo da pele de gata
Eu escondo uma loba...
Quando estou amando
Eu sou mulher de um homem só
Desço do meu salto
Faço o que te der prazer
Mas, oh! meu rei
A minha lei Você tem que saber...
Sou mulher de te deixar
Se você me trair
E arranjar um novo amor Só prá me distrair...
Me balança mas não me destrói
Porque chumbo trocado não dói
Eu não como na mão De quem brinca Com a minha emoção...
Sou mulher capaz de tudo
Prá te ver feliz
Mas também sou de cortar O mal pela raiz...
Não divido você com ninguém
Não nasci prá viver num harém
Não me deixe saber
Ou será bem melhor prá você...
Sou mulher capaz de tudo
Prá te ver feliz
Mas também sou de cortar O mal pela raiz...
Não divido você com ninguém
Não nasci prá viver num harém
Não me deixe saber
Ou será bem melhor prá você Me esquecer...
Fonte da imagem: baixarmusicas.org

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

REPELENTE BARATO, CHEIROSO E EFICAZ



Leiam, não é só para o mosquito da dengue.
Estou repassando, por entender tratar-se de uma solução fácil para um problema que vem se arrastando e adoecendo tantas pessoas. Se for possível, repassem.
Senhores, volto a insistir, com tanta chuva, está sendo impossível controlar poças d'agua e criadouros, como sabem. Estou fazendo um trabalho de formiguinha e está dando certo. Este repelente caseiro, ingredientes de grande disponibilidade, fácil de preparar em casa, de agradável aroma, econômico. Em contato com pessoas, tenho notado que não se protegem, estão reclamando que crianças estão cheias de picadas. Tenho distribuído frascos como amostra, todos estão aderindo. Já distribuí 500 frascos e continuo. Mas, sou sozinha, trabalhando com recursos próprios, devido ao grande número de casos de dengue, não consigo abranger. Gostaria que a SUCEN sugerisse aos municípios distribuir este repelente (numa emergência) nos bairros carentes com focos da dengue, ensinando o povo para futuramente preparar e usar diariamente, como se usa sabonete, pasta de dente. Protegeria as pessoas e ao mesmo tempo, diminuiria a fonte de proteína do sangue humano para o aedes maturar seus ovos, atrapalhando assim, a proliferação. Não acham que qualquer ação que venha a somar nesta luta deveria ser bem vinda?

DENGUE I: FAÇA O REPELENTE DOS PESCADORES EM CASA: 1/2 litro de álcool;- 1 pacote de cravo da Índia (10 gr);- 1 vidro de óleo de nenê (100ml) Deixe o cravo curtindo no álcool uns 4 dias agitando, cedo e de tarde; Depois coloque o óleo corporal (pode ser de amêndoas, camomila, erva-doce, aloe vera). Passe só uma gota no braço e pernas e o mosquito foge do cômodo. O cravo espanta formigas da cozinha e dos eletrônicos, espanta as pulgas dos animais. O repelente evita que o mosquito sugue o sangue, assim, ele não consegue maturar os ovos e atrapalha a postura, vai diminuindo a proliferação. A comunidade toda tem de usar, como num mutirão. Não forneça sangue para o aedes aegypti!
Ioshiko Nobukuni
Sobrevivente da dengue hemorrágica.--

Fonte da imagem:reporternet.jor.br

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

PARACETAMOL



Muito bom de ser lido. O texto abaixo é verdadeiro; foi enviado e inclusivefazparte da tese de um grande amigo meu, o Dr. Nilo Maximo.
Segundo o Prof. Dr. RENAN MARINO, professor de Pediatria na FAMERP(FACULDADE DE MEDICINA DE SJRIO PRETO-SP), a dengue é uma doença virótica,parente da hepatite C, e, sempre foi benigna, isto é, nunca matou.E NÃO MATA!
Isso até 1957, quando surgiu no mercado a droga chamada PARACETAMOL.
Imediatamente indicada como tratamento para dengue, pelo Ministério da SaúdeBrasileiro, embora não exista nenhum trabalho NO MUNDO TODO, que comproveeficácia deste veneno no tratamento da dengue.
A partir de 1957, a dengue começou a matar.
O PARACETAMOL é uma droga que destrói o fígado do paciente.
O vírus da hepatite C, já detona o fígado e com o veneno do PARACETAMOL,esse fígado é destruído o que leva o paciente à morte.
A dengue hemorrágica, nada mais é que a reação do organismo quando o fígado,destruído pelo PARACETAMOL, provoca a morte do doente.
Segundo ainda o Professor Doutor, se o paciente NÃO TOMAR PARACETAMOL, eleterá todos os sintomas da dengue: mal estar, febre, dores nas juntas,vômitos, coceiras e dor nos fundos dos olhos, mas, após uma ou no máximoduas semanas, estará VIVO e bem.
MAS, SE TOMAR PARACETAMOL, corre o risco de morrer.
Nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha, esse veneno é proibido.
Na Grã-Bretanha, é usado como forma de suicídio.
Tomando 10 comprimidos do veneno chamado PARACETAMOL, em cinco dias, seu fígado é destruído e se não fizer transplante, morre.
Por isso, se você ama alguém, informe-o disso.
Segundo o médico Prof.Dr. RENAN MARINO, pode-se tomar DIPIRONA e seus derivados, pois não são metabolizados no fígado.

Fonte da imagem:saudefloripa33pj.wordpress.com

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

A vida (Albert Einstein)


A vida é como jogar uma bola na parede.
Se for jogada uma bola verde, ela voltará verde;
Se for jogada uma bola azul, ela voltará azul;
Se a bola for jogada fraca, ela voltará fraca,
Se a bola for jogada com força, ela voltará com força:
Por isso, nunca “jogue uma bola na vida,” de forma que não esteja pronto para recebê-la .
A vida não dá nem empresta;
Não se comove nem se apieda.
Tudo quanto ela faz é Retribuir e transferir... ...aquilo que nós lhe oferecemos.
Fonte da imagem:simplesdecoração.com.br

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Essa é boa!


Uma mulher, de táxi, com a filha de 11 anos, andam à noite. No caminho, a menina vê mulheres rodando 'bolsinhas'.
-Mãe, o que aquelas mulheres estão fazendo?
-Esperando seus maridos saírem do trabalho.
O taxista rindo, diz: -Fale a verdade para a garota... Elas são prostitutas, e estão esperando clientes que lhes paguem para fazer sexo!
Todos ficam calados até que a menina pergunta:
-Aquelas mulheres também têm filhos, mamãe?

-Claro que sim, filha! Como você acha que nascem os taxistas?!
MORAL DA HISTÓRIA: Nunca se meta na conversa dos outros!!!
Fonte da imagem:tl02.com.br

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Recato (Elton Medeiros)



Quando você me encontrou
Trouxe a mão do carinho
Para me seduzir
Um sabor de alegria
Devolveu a mim
Tantas coisas do que perdi
Marcas que a vida deixou
Me fizeram guardar
Um silêncio na voz
Uma treva no olhar
Transformando o que sou
Num recato de solidão
Hoje que o tempo mudou
De luar a constelação
Sinto que dá pra fazer
As vontades do coração
Vejo que estou tão feliz
Inventando a beleza
E o prazer de viver
Que se a dor me encontrar
Numa esquina qualquer
Já não vai me reconhecer

Fonte da imagem:mundoeducacao.com.br

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Viva o Sol!



Gosto do Sol e por mais que seja terrível o calor abrasador que estamos vivendo, ainda me sinto feliz dentro ou fora de ambientes protegidos pelo aparelho de ar-condicionado.
De antemão, sabemos que nossa aparência fica bem mais próxima do natural, porque nenhuma maquiagem resiste a temperaturas quentes, sem danos.
De antemão, sabemos que nossa alimentação foge às regras convencionais, mas é delicioso trocar um prato saudável por uma taça de sorvete da nossa preferência.
No entanto,o Sol, o verão, os dias claros, excitam as pessoas a promoverem festas e mais festas. Parece que todas as pessoas aniversariam nesse período e o som das músicas alegres e calientes enchem os ambientes da manhã à noite, por onde passamos.
As pessoas viajam mais, se relacionam mais, vibram mais ao ritmo da felicidade que ecoa no ar.
As pessoas, jovens, velhos e crianças se vestem da pele bronzeada e ficam sobretudo mais bonitas, mais ricas, mais iguais.
Vamos viver o verão com a alegria que ele deixa em nossas entranhas.

(Adir Vieira - 04/02/11)

Fonte da imagem:fotosdahora.com.br

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Retratando as brincadeiras da princesa



Todo dia cumpre a mesma rotina
de manhã vai pra' piscina
e só volta pra' almoçar.
Rápido, já pensando a tarde,
pede o banho, enquanto preparo o prato,
pra' nenhum minuto desperdiçar.
No intervalo liga pra's amiguinhas
responde aos recados e formula
brincadeiras, jogos, filmes em seguida
para quando o segundo expediente começar.
Esse segundo turno não me espanta,
sei que vai pular o lanche
e só vai subir para a janta
e tudo sem a fome questionar.
Tudo depende de como está
a brincadeira
o mais é mesmo só besteira
e vamos lá!
(Adir Vieira - 03/02/11)
Fonte da imagem:professoraiclea.blogspot.com

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Minha homenagem a Luis Coelho



Nossa vaidade de bloguista sempre transparece, quando ao abrirmos nossa página, encontramos lá um comentário.

Essa vaidade vai aos píncaros quando percebemos a fidelidade de nossos leitores.

Todos os meus leitores são queridos e agradeço suas palavras elogiosas com muito carinho, mas jamais encontrei uma fidelidade tão esmerada quando a do amigo Luis Coelho, dono do Blog http://luisrcoelhohotmailcom.blogspot.com/

Cabe aqui ressaltar o porquê de minha vaidade atingir os píncaros com os seus comentários.

O Luis é um poeta de excelente qualidade e ler seus poemas e crônicas é um privilégio. Ter como leitor alguém tão inteligente e especial é emocionante.

Resolvi por isso, dedicar esse post a ele e favorecer meus amigos visitantes com suas visitas também ao blog do meu amigo.


Obrigada meu amigo.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Arte Culinária(Elton Medeiros)



Navegando na Internet encontrei a letra dessa preciosidade desse parceiro de Cartola e não podia deixar de dividir com vocês.

"Está aprendendo agora a arte culinária
Já não quer ser mais aquela operária
Que levanta cedo e volta sempre às 6 pra jantar
E quer decididamente abrir academia
Vai botar de lado o nome de maria
Porque ser madame foi o que ela sempre sonhou
O seu negro vira-lata até foi doado
Ao joão da venda que mora do lado
Diz que um são bernardo pura-raça vai conseguir
Depois que fizer sucesso e ganhar muita grana
Enganando a gente que se diz bacana
Vai correr o mundo e não pretende se despedir
Não sei o que foi que deu na idéia da maria
Que deseja mesmo abrir academia
E não tem sequer para tomar café da manhã
Eu vou tentar acabar com sua mania
Só para não ver o que vi outro dia
Falando sozinha coitadinha, quase tan-tan "

Fonte da imagem:cadeaminhavida.blogspot.com

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Ser médica é fogo!



Uma de minhas irmãs é bem especial. Se fôssemos identificá-la por adjetivos positivos, acho que todo o dicionário ainda deixaria a desejar.
Sua superioridade profissional como médica, vai muito e muito além do que os colegas de hoje podem admitir, pois ela reune em suas fórmulas tanta certeza e equilíbrio, que não se pode confiar em mais ninguém.
Com isso, coitada, em épocas como a que estamos vivendo com a família envelhecendo e carregando os males comuns próprios da idade avançada, ela não tem paz.
Basta uma dor de barriga e é para ela que corremos em busca de um veredicto, mesmo que o profissional mais gabaritado já o tenha diagnosticado. A última palavra carece ser sempre a dela para nos deixar tranquilos.
É a mais nova de todas, embora já há quase trinta anos nessa estrada, mas falando nisso, penso em como tudo começou .
Sinto que ela já não está suportando essa falta de tranquilidade para viver a própria vida, pois a cada minuto há uma situação nova a resolver, a amparar.
Tento instrui-la para largar tudo e todos, embora minha dependência nela também exista, mas vejo que é inútil e lamentavelmente antevejo para ela muitos dias mais de intranquilidade nessa família numerosa e "velha".
(Adir Vieira -01/02/11)
Fonte da imagem:canalkids.com.br