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Lendo e ouvindo...

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Dando adeus à agosto!



E lá se foi agosto.

Minhas superstições estão desfeitas. Essas poucas horas que faltam, já não me dizem nada.

O alívio bate forte em meu peito.

Não sei onde nem quando adquiri esse terrível hábito de me amedrontar todos os anos, quando o mês de agosto se anuncia.

Com o único intuito de por fim a esse desconforto, reviro agendas e busco na memória fatos que comprovem esse dissabor. Não encontro.

Por quase duas horas minha memória dá tudo de si nessa busca e nem assim, descubro situações que afirmem para mim que agosto é o mes do desgosto.

Penso que algumas crendices tomam grandeza e forma de um jeito tal, que ficam arraigadas na cultura do povo e nesse inconsciente coletivo vão propagando expectativas saborosas ou desagradáveis por aí.

Não importa. Decido que não será agora que eu vou mudar isso em mim. Até o próximo agosto, muitas águas vão rolar!

Fonte da imagem: ramarito.blogspot.com

domingo, 30 de agosto de 2009

Domingo!


Hoje o dia surgiu alegre, como domingo mesmo, apesar de o sol estar indeciso sobre se deve ou não aparecer.
Dormi muito, parece que minha alma adivinhou que hoje eu teria o dia inteirinho para mim.
São mais de nove horas e tenho que correr para o café da manhã.
Às doze horas ficou combinado que o filho mais novo do meu marido, passaria aqui com a esposa, para nos levar para um almoço fora.
Penso nele e vejo-o diante de mim. Tem trinta e quatro anos e quase dois metros de altura, mas sua aparência é de uma criança feliz. Apenas seus olhos falam. Tem uma elegância natural, mesmo vestido de bermudas e chinelos de dedo. Vê-se logo que foi uma criança criada com muito amor e muito bem criada. Acho que herdou do pai o gosto pelas boas coisas da vida e tem o poder de descobrir sempre o melhor. Mostra estar sempre antenado com as novidades e faz questão de experimentá-las no momento do seu surgimento, sempre que pode. Não fala muito, mas sabe de tudo, principalmente do que lhe interessa.
Não é mesquinho, nem um pouco. Tem pena do mundo. Reúne mesmo todas as qualidades de um bom moço. É carinhoso com todos, principalmente com as crianças e com os velhos. Nunca piegas. Bonito, por dentro e por fora.
Pois é, hoje, daqui a pouco, estaremos juntos, caminhando com ele, nessa sua alegria, quando, como criança, entra no melhor restaurante e diz: - pai, aqui você vai comer “aquele” peixe cru!

Fonte da imagem: recados-orkut.com

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

O pote de mel estraçalhado


Embora vinte e oito de agosto, o mês do desgosto, o dia hoje, surgiu como um bonito dia de setembro, da tão esperada primavera.
No seu decorrer, percebi logo que era agosto mesmo...
O sol brilhante não conseguiu mascarar essa marca de dias pesados.
Para começar,já na mesa de café, gritos vindos do vizinho de cima e batidas fortíssimas de porta, denotavam que a boa energia do dia estava fadada a ir pelos ares.
Não liguei, pois quem mora em apartamento sabe que isso é bem comum. Pensei não deixar que aquele ponto obscuro pusesse tudo a perder, mesmo ficando por demais nervosa, o que sempre ocorre quando denuncio qualquer tipo de discussão.
Liguei o som e iniciei minhas atividades prediletas na cozinha, tentando antecipar os trabalhos de final de semana. Coloquei a mão os ingredientes necessários para fazer um bolo de chocolate, com cobertura , mas um gesto desatento de minha parte fez com que eu esbarrasse num pote de vidro de mel levando-o ao chão, sem piedade, estraçalhado.
Joguei para o alto a boa energia do dia, literalmente, quando vi paredes, geladeira e armário, depois da faxina de ontem, totalmente respingados daquele mel grosso e espesso, preparado com afinco pelas abelhas. XÔ!

Fonte da imagem:pityburigo.blogspot.com

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Minha bruxa boa


Ontem novamente falei com ela.
Percebo que sua voz a cada dia está mais fraquinha, mas jamais deixa com que sua eterna segurança e o tom imponente desapareçam.
É sempre uma grande alegria ouvi-la, pois junto com sua voz, voltam a minha mente todos os momentos bons vividos na convivência que tive com ela durante a infância e a adolescência.
Creio que hoje ela já tenha uns oitenta anos, pois era um pouco mais nova do que minha mãe falecida há tres anos.
O bom nessa criatura é injetar na gente, quando fala, um ânimo genuino, real. Qualquer ser vivente que tivesse vivido todos os revezes pelos quais ela passou, seria no mínimo, revoltada com a vida. Ela não, não tem tempo para essas bobagens.
Já está velhinha e doente, mas a alegria que demonstra quando ouve a nossa voz, tem o aroma e a sutileza da maior felicidade da juventude.
Tem sempre lições de vida para passar e nessas horas, esquece que está tão longe e que a ligação telefônica é cara. Eu também não me importo, porque sentir sua energia não tem preço.
Sempre tem novidades, apesar de viver só, a maior parte do tempo. Pelo que me disse, o único filho a visita diariamente e a empregada cuida de suas tarefas, enquanto ela divaga sobre a vida, fazendo crochet.
Ontem veio ela com mais uma de suas crendices que, não tenho a mínima condição de contestar, mesmo com todos os meus diplomas.
Ganhei o dia, quando ela me disse: - sempre que você quiser alguma coisa, olhe para o Céu e diga: MILAGRE ESPECIAL URGENTE!
Duvido que você não consiga!...
Faz questão de afirmar que só eu estou sabendo disso...
Foi sempre assim, a convivência com ela. Pedaços de coragem e sabedoria jogados ao vento, a mercê de quem quisesse pegar.
Não preciso dizer a vocês que desde ontem já repeti a expressão umas vinte vezes....
Fonte da imagem: annaleao.blogspot.com

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Vai explicar isso!


É impressionante como apesar de não identificarmos os motivos que nos levam a simpatizar ou não com algumas pessoas, nossa mente está ali, pronta a nos dar o sinal, queiramos ou não.
Até que me considero uma pessoa afável a desconhecidos, mas se recebo o sinal, não há quem possa me destituir da idéia de quem não gosto.
Foi assim com aquele vizinho novo. Sempre que o encontrava no corredor a caminho da lixeira, pois mora no mesmo andar que eu, ou se no elevador, o acaso fazia com que nos encontrássemos, sentia sempre aquele mal estar que não conseguia traduzir. Ouvir sua voz então, nem se fala!
Esse sentimento em mim é tão forte e indiscutível que, procuro durante muitos meses, buscar a razão para tal. Rebusco várias vezes na memória situações já vividas nessa aproximação fortuita e a cada vez que penso no assunto, mais me distancio da razão.
Já estava ligando o fato a histórias de vidas passadas e a outras crendices tão discutidas entre nós mas, ontem, no entanto, senti um alívio indescritível.
Estava eu atenta a um comercial de TV quando de repente, vi ali, um rosto por demais conhecido de um desses "big brothers" famosos. Ali minha mente me respondeu. Os dois são tão semelhantes fisicamente que atribui o desagrado que sentia pelo famoso a esse meu vizinho, coitado. Tem ele culpa de ter um sósia? Vai explicar isso!

Fonte da imagem: pt.wikiquote.org

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Que tal refletir?


Hoje, vou utilizar esse espaço do meu blog, para divulgar a Carta aberta, de Eliane Sinhasique, para Renato Aragão, o Didi. Dou nota DEZ para essa mulher.
"Quinta, 23 de julho de 2008.

Querido Didi,

Há alguns meses você vem me escrevendo pedindo uma doação mensal para enfrentar alguns problemas que comprometem o presente e o futuro de muitas crianças brasileiras. Eu não respondi aos seus apelos (apesar de ter gostado do lápis e das etiquetas com meu Nome para colar nas correspondências)... Achei que as cartas não deveriam sem endereçadas à mim.

Agora, novamente, você me escreve preocupado por eu não ter atendido as suas solicitações. Diante de sua insistência, me senti na obrigação de parar tudo e te escrever uma resposta.

Não foi por 'algum' motivo que não fiz a doação em dinheiro solicitada por você. São vários os motivos que me levam a não participar de sua campanha altruísta (se eu quisesse poderia escrever umas dez páginas sobre esses motivos).

Você diz, em sua última Carta, que enquanto eu a estivesse lendo, uma criança estaria perdendo a chance de se desenvolver e aprender pela falta de investimentos em sua formação.

Didi, não tente me fazer sentir culpada. Essa jogada publicitária eu conheço muito bem. Esse tipo de texto apelativo pode funcionar com muitas pessoas mas, comigo não. Eu não sou ministra da educação, não ordeno e nem priorizo as despesas das escolas e nem posso obrigar o filho do vizinho a freqüentar as salas de aula.

A minha parte eu já venho fazendo desde os 11 anos quando comecei a trabalhar na roça para ajudar meus pais no sustento da minha família. Trabalhei muito e, te garanto, trabalho não Mata ninguém. Muito pelo contrário, faz bem! Estudei na escola da zona rural, fiz Supletivo, estudei à distância e muito antes de ser jornalista e publicitária eu já era uma micro empresária.

Didi, talvez você não tenha noção do quanto o Governo Federal tira do nosso suor para manter a saúde, a educação, a segurança e tudo o mais que o povo brasileiro precisa. Os impostos são muito altos! Sem falar dos Impostos embutidos em cada alimento, em cada produto ou serviço que preciso comprar para o sustento e sobrevivência da minha família. Eu já pago pela educação duas vezes: pago pela educação na escola pública, através dos impostos, e na escola particular, mensalmente, porque a escola pública não atende com o ensino de qualidade que, acredito, meus dois filhos merecem.

Não acho louvável recorrer à sociedade para resolver um problema que nem deveria existir pelo volume de dinheiro arrecadado em nome da educação e de tantos outros problemas sociais. O que está acontecendo, meu caro Didi, é que os administradores, dessa dinheirama toda, não têm a educação como prioridade. Pois a educação tira a subserviência e esse fato, por si só não interessa aos políticos no poder. Por isso, o dinheiro está saindo pelo ralo, estão jogando fora, ou aplicando muito mal.

Para você ter uma idéia, na minha cidade, cada alimentação de um presidiário custa para os cofres públicos R$ 3,82 (três reais e oitenta e dois centavos) enquanto que a merenda de uma criança na escola pública custa R$ 0,20 (vinte centavos)! O governo precisa rever suas prioridades, você não concorda? Você pode ajudar a mudar isso! Não acha? Você diz em sua Carta que não dá para aceitar que um brasileiro se torne adulto sem compreender um texto simples ou conseguir fazer uma conta de matemática. Concordo com você. É por isso que sua Carta não deveria ser endereçada à minha pessoa. Deveria se endereçada ao Presidente da República. Ele é 'o cara'. Ele tem a chave do Cofre e a vontade política para aplicar os recursos. Eu e mais milhares de pessoas só colocamos o dinheiro lá para que ele faça o que for necessário para melhorar a qualidade de vida das pessoas do país, sem nenhum tipo de distinção ou discriminação. Mas, infelizmente, não é o que acontece...

No último parágrafo da sua Carta, mais uma vez, você joga a responsabilidade para cima de mim dizendo que as crianças precisam da 'minha' doação, que a 'minha' doação faz toda a diferença. Lamento discordar de você Didi. Com o valor da doação mínima, de R$ 15,00, eu posso comprar 12 quilos de arroz para alimentar minha família por um mês ou posso comprar pão para o café da manhã por 10 dias. Didi, você pode até me chamar de muquirana, não me importo, mas R$ 15,00 eu não vou doar. Minha doação mensal já é muito grande. Se você não sabe, eu faço doações mensais de 27,5% de tudo o que ganho. Isso significa que o governo leva mais de um terço de tudo que eu recebo e posso te garantir que essa grana, se ficasse comigo, seria muito melhor aplicada na qualidade de vida da minha família.

Você sabia que para pagar os impostos eu tenho que dizer não para quase tudo que meus filhos querem ou precisam? Meu filho de 12 anos quer praticar tênis e eu não posso pagar as aulas que são caras demais para nosso padrão de vida. Você acha isso justo? Acredito que não. Você é um homem de bom senso e saberá entender os meus motivos para não colaborar com sua campanha pela educação brasileira.

Outra coisa Didi, mande uma Carta para o Presidente pedindo para ele selecionar melhor os ministros e professores das escolas públicas. Só escolher quem, de fato, tem vocação para ser ministro e para o ensino. Melhorar os salários, desses profissionais, também funciona para que eles tomem gosto pela profissão e vistam, de fato, a camisa da educação. Peça para ele, também, fazer escolas de horário integral, escolas em que as crianças possam além de ler, escrever e fazer contas possa desenvolver dons artísticos, esportivos e habilidades profissionais. Dinheiro para isso tem sim! Diga para ele priorizar a educação e utilizar melhor os recursos.

Bem, você assina suas cartas com o pomposo título de Embaixador Especial do Unicef para Crianças Brasileiras e eu vou me despedindo assinando...

Eliane Sinhasique - Mantenedora Principal dos Dois Filhos que Pari.

P.S.: Não me mande outra carta pedindo dinheiro. Se você mandar, serei obrigada a ser mal-educada: vou rasgá-la antes de abrir.

PS2* Aos otários que doaram para o criança esperança. Fiquem sabendo, as organizações Globo entregam todo o dinheiro arrecadado à UNICEF e recebem um recibo do valor para dedução do seu imposto de renda. Para vocês a Rede Globo anuncia: essa doação não poderá ser deduzida do seu imposto de renda, porque é ela quem o faz .

PS3* E O DINHEIRO DA CPMF QUE PAGAMOS DURANTE 11(ONZE) ANOS? MELHOROU ALGUMA COISA NA EDUCAÇÃO E NA SAÚDE DURANTE ESSES ANOS? BRASILEIROS PATRIOTAS (e feitos de idiotas)

DIVULGUEM ESSA REVOLTA...

Fonte da imagem:petragaleria.wordpress.com

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Minha irmã caçula


Hoje, é aniversário de minha irmã Alba.

A caçula das mulheres.

Não esperamos por hoje para fazer a festa. Para evitar qualquer surpresa impeditiva, tomamos o cuidado de, mesmo indo contra nossas crendices, antecipá-la para ontem. Não chamamos pessoas de fora, nem mesmo seguimos o ritual das festas de aniversário, com bolo e docinhos. Só queríamos estar com ela, presentes dias antes e tirando do âmago aquela falsa idéia de poder, que tanto gostaríamos de possuir, para protegê-la ou estar perto, caso algum fato novo desagradável viesse macular sua expectativa nessa marca tão importante que é completar mais um ano de vida.
Nosso maior intuito em estar presente era , tal qual numa transfusão de sangue , transferir para ela o nosso amor incondicional. Amor que aprendemos a cultivar pela vida, gotejado gota a gota por ela, dentro de nós todos, pelo seu carinho, sua atenção, sua forma única de ser.
Todos nós, irmãos, temos essa absoluta certeza. Partilhemos ou não de suas idéias é ela nosso porto seguro. Não por resolver nossos problemas, por nos dar as mãos nos momentos mais duros, mas pela grande confiança que, em unanimidade, depositamos nela.
Às vezes, nos perguntamos como a caçula, justamente a caçula, pode exercer um papel tão crucial em nossas vidas. Comparo-a a algo que nasce silente e vai tomando força e forma até chegar ao ponto de uma rocha, tamanha a sabedoria que vai acumulando pelo caminho.
Ao longo da vida, vou identificando quanto mais a vida segue em frente, que existem coisas que temos e a própria vida não nos deixa tempo para darmos valor. Hoje, pensando sobre essa minha irmã, tenho a absoluta certeza de que tenho em minha vida a glória de ser sua irmã e tê-la presente em nossas vidas.
A ela, hoje, gostaria de saber desejar como votos de aniversário, todas as coisas boas que os poetas, os escritores, aqueles que tem a fluência fácil no dizer, colocariam aqui nesse espaço com tanta propriedade. Infelizmente, não tenho esse dom, por isso abraço-a mais uma vez, pedindo a Deus que derrame sobre ela todas as suas bênçãos.
Parabéns, minha irmã!
Muitas e muitas felicidades!
Fonte da imagem: ecomments.com

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

O "invocado"


Não sei demonstrar carinho
Só sei manifestar minha dor
Quando o racional me bate,
Fujam, pois é um horror!

Às vezes tento ouvir
Pessoas experientes,
Mas no meio da conversa,
Afio logo meus dentes...

A outra pessoa surpresa
Finge não perceber, pra’ agradar,
Mas eu, com o pé atrás,
Dou outra só pra’ acirrar...

Será que ao longo da vida
Por sorte ainda não surtei
Ou será que ainda melhoro
Esse belicoso poder?

Com certeza acho que não,
Pois já sou muito velhinho,
Penso que se eu mudar
Só se for para os “anjinhos”!


Fonte da imagem: cybelemeyer.blogspot.com

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Na sala de espera de um consultório dentário


Estou na sala de espera de um consultório dentário.
Aqui um grupo de profissionais dessa área atende em salas separadas e por isso, o local relativamente grande para acomodar os pacientes das cinco salas, está verdadeiramente apinhado.
Num balcão ao fundo, três recepcionistas recebem aos que chegam confirmando a marcação das consultas e solicitando que aguardem. Já ali, somos obrigados a esperar a vez, visto que, simultaneamente, consultas também são reservadas pelo telefone, o que impede que qualquer uma delas seja solícita de pronto.
No banco comprido à minha frente, um senhor, aparentando quase oitenta anos, ressona sem se importar com a platéia que olha e ri, a cada tombada de cabeça que seu sono tranqüilo causa. A senhora ao seu lado parece ser sua esposa e com certeza tem uns dez anos menos do que ele. Ela vê tudo e nada faz, preocupada que está em manter seguro na face o lenço quadriculado em tons marrons, com que protege a própria boca.
Procuro manter a calma – odeio dentistas e porque não dizer toda a turma de jaleco branco –mas lá já se vão vinte minutos do horário para mim marcado e torço para que não seja a velhinha paciente do meu dentista.
Próximas aos dois, duas meninas de aproximadamente quatro anos brincam com uma “bola de encher”, jogando-a uma para a outra e logo se cansam dessa brincadeira e inventam outra totalmente imprópria para aquele pequeno espaço, agora ainda mais cheio, comportando grande parte das pessoas em pé.
Elas arquitetam um jogo de queimada diferente, onde uma corre em volta da outra que, parada e de posse da bola, tenta acertá-la a cada jogada, na menina que corre e pela própria brincadeira, vai ganhando velocidade a cada corrida.
De repente, como se tivesse sido ensaiado, as pessoas próximas soltam uma gargalhada em uníssono, ao grito de “puta que o pariu” do senhor que foi violentamente despertado com a pisada e o esbarrão da menina que corria.

Fonte da imagem: cmtmed.com.br

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

O segundo selo recebido


O QUERO QUE VOCÊ LEIA, honradíssimo e muito feliz, recebeu seu segundo selo.
Foi o selo Vale a pena ficar de olho nesse blog!, das mãos de Shintoni do DUELOS LITERÁRIOS .
Hoje o selo é publicado aqui, com um especial agradecimento ao DUELOS (http://duelosliterarios.blogspot.com/ que efetivamente,
fez por merecê-lo, pois possui um blog cultural e altamente criativo.

Devo indicar 10 blogs. Aí estão:
.
.TESTANDO TUDO
http://testandotudo-silvia.blogspot.com/

LONGEVIDADE BLOG BR
http://longevidade-silvia.blogspot.com/

CADERNINHO DA FADA
http://caderninhodafada.blogspot.com/

BONEQUINHA DE LUXO
http://minhacaixinhadesurpresas.blogspot.com/

MOLLY-COLECIONADORA DE RECEITAS
http://acasadamolly.blogspot.com/

BOTANDO PRA FORA
http://botandopra-fora.blogspot.com/

SÃO SEUS OLHOS
http://sao-seus-olhos.blogspot.com/


MANHOSA LOBA VIRTUAL
http://amanhosalobavirtual.blogspot.com/


AMOR AOS PEDAÇOS
http://nossosretalhos.blogspot.com/


ALMA TUA
http://almatua.blogspot.com/

.Regras para postagem:
- Exiba a imagem do selo que você acabou de ganhar.
- Poste o link do blog que te indicou (muito importante) (no caso aqui: Quero que você leia(http://queroquevoceleia.blogspot.com/)
- Indique 10 blogs de sua preferência, avise aos seus indicados e publique as regras.
- Confira se os blogs indicados repassaram o selo e as regras.
.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

A loja de artigos para bebês


Não sei se o tempo já clamando pelo verão ou sei lá o que, mas hoje acordei tão bem disposta, que decidi dar um passeio a pé.
Como é um hábito meu, meus olhos captam qualquer sinal e varrem tudo o que vêem.
Passava eu pela avenida já por demais conhecida, pois moro no local há mais de vinte anos.
De repente, vejo uma loja de artigos de bebê, encurralada numa garagem de uma casa.
A loja é pequena, mas bem colocada e bem decorada, utilizando-se de bonecos como manequins.
Travesseiros em formas de bichinhos e outros inúmeros artefatos para um quarto de criança, enchem o local de beleza e candura.
Pode-se dizer que um profissional do ramo deixou ali seu aprendizado digno de prêmios e mais prêmios. Mas será que foi mesmo um profissional?
Começo a matutar o porquê de numa rua como aquela, onde só existem residências, alguém se arriscar a inaugurar um negócio daquele porte. Penso que eu não teria tanta coragem.
Penso qual o motivo que levaria alguém a fazê-lo e relaciono algumas hipóteses em mente, uma delas o fato da dona ser sacoleira e devido a algum recente impedimento, ter que fixar o negócio na própria casa. Renego essa hipótese, pois o investimento para transformar a garagem em loja, deve ter sido grande e sugere alguma coisa estrategicamente planejada.
Vou adiante no meu pensamento e imagino que a dona devia trabalhar numa loja dessas, ter sua própria carteira de clientes e agora, aposentada, desejado fazer sua própria loja. Escolheu sua residência para fugir de um aluguel polpudo.
Sei lá, são tantas as hipóteses...
Mas de uma coisa estou certa. Ali, naquele local, um comércio jamais irá prosperar.
Não sei como uma pessoa pode ser tão otimista a ponto de investir tanto, para depois perder...
Mas assim é a vida. Vale enquanto, sonhamos, enquanto esperamos ter sucesso, enquanto estamos felizes arquitetando novos projetos...
Fonte da imagem:images.quebarato.com.br

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Volta à rotina


Voltei à minha calma rotina.

A casa acorda sem o seu sorriso, sem seu jeitinho doce de dar bom-dia.
Tudo o que existe na casa, compartilha da nossa saudade - os móveis, os utensílios e principalmente o aparelho de TV sente a sua falta, pois durante um longo tempo, não exibirá aqueles desenhos e as novelas de adolescentes...
Como pode uma pequena encher um ambiente com tanta luz?
Será que suas brincadeiras, sua gargalhada genuína, sua ansiedade interminável em descobrir novas formas de brincar, vão sofrer mudanças ao longo do seu amadurecimento?
Esperamos que não, que seja sempre essa eterna criança - crédula, amiga e principalmente feliz !
Temos que colocar a vida pra frente, aprender com ela a buscar novas formas saudáveis de entretenimento , pois logo, logo, novas férias virão e deveremos estar aqui prontos para acompanhá-la no seu vai-vém de criança.
Devemos conservar a saúde e a alegria de que ela tanto necessita para formar sua personalidade.
Por hoje, cabe a nós, ajustar as coisas em seus lugares e voltar a nossa doce rotina, aquela rotina, só nossa, sem interferências, sem corridas, sem muito cansaço.
Aquela rotina própria dos nossos interesses, aquela em que, de novo, trazemos a tona nossos anseios de criatividade e felizes contemplamos o resultado de um trabalho mútuo.
Fonte da imagem: your-soul.com

domingo, 16 de agosto de 2009

Minha princesa


Acordo mais cedo do que de costume.
Teimo em ficar na cama, mas não consigo.
Sei que é a saudade que vou sentir que, como a me lembrar que vou sofrer, é que veio me acordar.
Levanto e olho ao redor. Vejo seu ursinho na mesinha de cabeceira e um sorriso surge em meu rosto, misto de alegria e tristeza, quando lembro do ritual que com ela, fazemos todas as noites. Com as mãos postas, pergunta : - estão preparados? À nossa afirmação, só então aperta a barriguinha do urso que, começa a rezar o Pai Nosso. Todas as noites, com sono ou sem sono, seguimos com grande prazer essa sua vontade de nos fazer participar das suas orações antes de dormir.
Caminhando pela casa, vejo por todos os lados vestígios de sua presença - se abro uma gaveta, encontro desenhos ou anotações suas, com aquela letrinha arredondada que já, tão cedo, identifica sua personalidade sensível. No banheiro, o rolo de papel higiênico, desenrolado até o chão, aponta que por ali ela passou há poucos minutos. Até a posição das cadeiras, na sala, identifica que numa de suas corridas para nos pegar de surpresa, esbarrou em uma delas.
Sua garrafinha de água sempre encima da pia da cozinha, com água filtrada e quente, me faz vê-la, nos seus gestos delicados, com toda a calma, dizendo que preciso enchê-la de novo.
Olho três adesivos colados em minha geladeira e sorrio sozinha da minha permissividade com ela. Eu, que cheia de manias de limpeza, não gosto de nada fora dos seus lugares, vou ter que conviver com o bob esponja e com a isa tkm olhando para mim, pois se tirar ela vai dizer com aquela voz única, que eu não tive consideração com ela.
De repente, vejo um cartaz colado mais acima, escrito por ela mesma,que diz eu amo vocês! Foi colado semana passada, talvez porque também ela, já sentia saudades antecipadas.
Amanhã, vem o reinício das aulas e ela precisa retornar para casa, para sua vidinha.
E eu, preciso fazer sua mala e me dar conta de que não esqueci de nada. Preciso também retornar a minha vida, aos meus interesses, ao meu amor, aos meus amigos...
Sei que apesar de todo o trabalho que uma criança requer, parte do meu coração vai com ela e, como sempre, até as próximas férias, nossa saudade vai estar clamando por sua volta.

Fonte da imagem:giovanamiranda.blogspot.com

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

A terrível dor de dentes


Hoje é o quinto dia em que convivemos juntas – eu e minha dor de dentes –
Anteontem, não deu pra esperar. Rumei para o dentista que me prometeu um atendimento de “encaixe”.
Depois de duas horas na sala de espera, convivendo com algumas pessoas com máscaras na boca, temerosas da gripe do “porco”, entrei no consultório, zonza de dor.
Confirmada pelo Raios-X a necessidade de se fazer canal, apesar de externamente, absolutamente nada, provar tal suspeita, sofri com a anestesia uma tremenda falta de ar, não sei se provocada pelo meu medo costumeiro daquela cadeira, onde nos sentimos totalmente impotentes e dominados.
O canal foi aberto e sentindo meu bloco colocado há três anos atrás, que me custou os olhos da cara, indo pelos ares, já não conseguia distinguir a dor mais forte – a dor real ou a dor do meu bolso quando fossem fazer novo bloco.
Não é necessário dizer que saí de lá com uma lista de medicamentos que deveriam conter a dor que eu ainda sentia. A recomendação do dentista é que eu deveria ligar para o seu celular, a qualquer desconforto.
Vim pelo caminho tentando identificar seus presságios. Seria um ato de delicadeza de sua parte por ser eu uma nova cliente ou meu caso era por demais grave e requeria uma atenção especial ?
Não preciso dizer que daí para a frente meu martírio ficou ainda maior e nada mais foi objeto de minha atenção naquela noite. Pensei em ficar de tocaia, sem dormir, mas a primeira dose da medicação cavalar me abateu nos primeiros trinta minutos, após minha ida para a cama.
Devo ter apagado totalmente, como disse meu marido, mas ao ser despertada pelo celular para tomar a segunda dose, em plena madrugada, constatei que ela apenas havia diminuído e lá continuava sorrateira, a me lembrar que não podia esquecê-la. Felizmente, não custei muito a conciliar o sono e acordei feliz, ontem, por estar sem nenhuma dor.
Mas hoje, apesar de ter tomado a quinta dose dos remédios, ela recomeçou a me perturbar. Começo a entender porque foi recomendado o analgésico se eu ainda sentisse dor.
Nesse momento, com o estômago doendo pelo efeito dos anti-inflamatórios, estou duelando com ela – a terrível dor de dentes – para não usar o analgésico.
Vamos ver se eu agüento.

Fonte da imagem: jujusantosrodr.blogspot.com

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Uma carta de amor


Meu amor,
Como eu esperava, ainda não consegui dormir.
Estou sozinha na cozinha, envolvida pelos ruídos do prédio ao lado e ao mesmo tempo, espantada com a minha coragem. Em condições normais não vou nem ao banheiro sem acompanhante, nessa casa imensa. Mas hoje, sinto que não importam os medos, não importa nada...
Só importa o meu arrependimento e a grande vontade de falar com você agora, como se você estivesse aqui.
Continuo carente, ansiosa e com raiva de mim mesma.
Você, só você me deu o céu descobrindo o caminho das minhas vontades, dos meus anseios e com isso, me deixou mais exigente, mais mimada, mais rebelde.
Estou terrivelmente arrependida de ter magoado você e conseqüentemente,ficado frustrada.
Com a frustração de constatar que não sou tão poderosa e que é muito possível outros fatores interferirem no nosso amor. Acho que tenho me apoiado nos seus elogios e hoje, quando machuquei você, não esperava que você se rebelasse.
Lamentavelmente não sei disfarçar, nem acho que devo disfarçar pra você. Sei que deveria ser compreensiva como você acha que sou, mas não sou.
Você é carinhoso, dócil, amigo e eu magoei você. Não sonho com você. Tenho você.
Estou triste e não consigo chorar. Estou ávida por você de novo, como antes, inteiro...
Acho que estou ambiciosa demais nas minhas exigências.
Não sei de mais nada...
Só sei que você é minha vida e que eu não vivo mais sem você....
Fonte da imagem: presentesperfeitos.com

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Que dor de dentes !


Parece até que estou no meu "inferno astral"!
Mas não é o caso, pois aniversario em janeiro!
Ontem, passei o dia com uma terrível dor de dentes. Acordei já, de madrugada, com a dor me incomodando. Daí, duas horas da manhã, não consegui dormir mais.
Levantei-me da cama, sem coragem de acordar meu marido que dormia o vigésimo sono tranquilo e procurei não fazer barulho, embora minha vontade naquele momento era bater com a cabeça na parede, tamanha a dor que sentia.
Iniciei uma investigação bucal para identificar a causa, já que estava bem, sem qualquer problema nos dias anteriores. O que consegui perceber com a lente de aumento, foi uma vermelhidão da gengiva na parte que parecia afetada, mas o latejar não melhorava.
Busquei na farmácia doméstica, produtos de gargarejo e para minha surpresa, nem a possante "malvona" aliviava o mal.
Tentei de tudo sem sucesso e já irritada e doída, procurei me acalmar e esperar o dia amanhecer para procurar a ajuda profissional.
Mais uma vez, sem sucesso, meu dentista estava em férias e "aquele" substituto não atendia às "quartas-feiras" . Recorri à irmã médica que avaliou inflamação e receitou um potente anti-inflamatório.
Desesperada, constato que após a ingestão da terceira cápsula, nada sequer melhorou, a dor nem mesmo diminuiu.
Começo a ficar sem paciência e me convenço de que não posso mais esperar, recorro então a indicações que possam me aliviar.
Parece que encontrei uma que suspeita de canal, mas para minha tristeza, terei que aguardar o efeito do anti-inflamatório.
Uma simples dor de dentes e tanta agonia...
Meu humor está péssimo, minha vida virou do avesso e a dor não me abandona...
Fonte da imagem: jujusantosrodr.blogspot.com

domingo, 9 de agosto de 2009

Saudades, meu pai.


Hoje é o “Dia dos Pais”.
Lembro do meu, já há nove anos ausente fisicamente.
Penso em lhe prestar uma homenagem, penso em falar do meu amor de filha e automaticamente, várias são as lembranças que me vem à mente, como um filme que desobedece a ordem de começo, meio e fim.
A primeira lembrança é a da foto em que eu, um bebê, sorrio protegida pelos seus braços fortes e pelo calor do seu colo. Vejo-me como um troféu que ele exibe para a platéia de vizinhos, naquele domingo, naquela hora da manhã, tão cedo ainda...
Lembro de quando chegava do trabalho com as mãos repletas de balas e corríamos ao seu encontro, disputando o seu abraço e suas palavras afetuosas. Lembro que ele sempre foi explicitamente mais carinhoso do que minha mãe. Tinha aquela postura calma de apreciar os filhos e sentir-se realizado com sua prole de nove. Educar, chamar a atenção, proibir ou castigar, deixava para a mãe.
Revivo nesse momento o dia em que juntou quatro de nós, os menores e fez paçoca. Aos nossos olhos atentos, moeu o amendoim, com todo o critério do mundo, adicionou os outros ingredientes, enquanto esperávamos com ansiedade que o doce atingisse o ponto de ser colocado nos saquinhos de papel, primorosamente feitos por ele, ali, naquela hora, em forma de funil. Sorrio ao reviver esse dia tão feliz de minha infância. Lembro de sua atitude de confiança em Deus, sempre que ia nascer um filho – deitava na espreguiçadeira e simplesmente aguardava, confiante, o retorno da parteira. Não cogitava nunca de que algo ruim pudesse acontecer. Hoje, percebo que não consegui aprender com ele essa forma segura de viver.
Lembro também das tardes de domingo, ele sentado na mesma espreguiçadeira, com um rádio de pilha junto ao ouvido, para em meio a nossa algazarra costumeira, não perder um pequeno comentário que fosse, do seu time de coração, o Botafogo.
Lembro como reagia quando chegávamos em casa e alegremente dávamos a notícia de uma nota de prova escolar boa e ele com aquele seu sorriso peculiar dizia – puxou ao pai - o que sempre deixava minha mãe irada.
Lembro de tantas coisas, nesse momento em que penso em fazer-lhe uma homenagem e me arrependo de não ter podido demonstrar-lhe todo o meu amor.
Ao longo da vida com suas atitudes ele foi exemplificando para nós, sensibilidade, autoconfiança, bom humor, prazer e principalmente, alegria.
Hoje, identifico isso com muita clareza.
Lembro de quando ficávamos só nós dois nas viagens de férias da família naquela casa grande, ele já velho e cego se recusava a acompanhar os demais, eu, trabalhava e nunca estava em férias nessas ocasiões. Mesmo cego, me acompanhava após o jantar, enxugando a nossa louça e sabendo do meu medo de fantasmas, sempre prometia só ir dormir, quando eu já estivesse no décimo sono. A casa grande e vazia, não sei porque, sempre me atemorizava.
Ah, meu pai, tantas lembranças, muitas boas, muitas tristes.
Saudade, meu pai e fique com Deus, onde você estiver.

Fonte da imagem: liviasabenca.wordpress.com

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Selo Masterblog - indicado pelo "Duelos Literários"


O Quero que voce leia, recebeu o selo MasterBlog das mãos do Duelos Literários.
Hoje o selo é publicado aqui, com um enorme agradecimento ao administrador do blog, Shintoni, que, além de tê-lo recebido merecidamente, ainda nos brindou com esse charmoso selo que, sem dúvida, engrandecerá ainda mais o nosso espaço.
O Duelos Literários, desde que foi criado, faz parte de nossa vida. Sua grande diversidade de temas, suas propostas literárias, principalmente revelando escritores, faz com que seja recomendado como leitura diária a todos os que se encantem com a emoção humana.




Como é regra do recebimento listar cinco características do administrador do blog que recebe o selo,
aqui estão as minhas:
1.adorar ler.
2. tentar conhecer a alma humana através das escritas.
3. cultivar a emoção em todos os atos.


4. fazer dos relacionados saudáveis a chave do bom viver.


5. jamais ferir alguém propositadamente.


Também devem ser indicados alguns blogs para recebimento do selo.


O Papo para sempre
http://blogdojorge3.blogspot.com/


Mulheres Guerreiras
http://mulheresmuitoguerreiras.blogspot.com/

Orgulho de ser
http://nadejane.blogspot.com/

Salada Brasileira
http://saladaabrasileira.blogspot.com/

Arquitetura e Poesia
http://adh2bs.blogspot.com/

O recebimento do selo inclui as seguintes regras (para quem quiser incluí-lo em sua página virtual):


1. Postar o selo.
2. Colocar no seu post o nome do blog que te indicou ao prêmio.
3. Escrever uma mensagem de agradecimento ao blogueiro que te indicou.
4. Abaixo do selo descrever 5 características suas.
5. Indicar o prêmio a 5 ou mais blogs para receber o selo.


Pedimos aos blogs indicados que, em hipótese alguma, deixem de seguir as regras.

sábado, 1 de agosto de 2009

Férias diferentes


Meu tempo anda corrido
Não sei o que faço de mim
No momento eu só brinco
Mesmo sem estar a fim
Meu amor, coitado,
quase que fica de lado
sem meus dengos tão constantes,
mas o que fazer nessa hora
em que os apelos são vibrantes...
Ele também entra na roda
por insistência e por fazer questão,
mas dá um cansaço louco
acompanhar os arroubos
da menina em profusão...
Ver e rever os filmes,
programas loucos de fadas,
novelas de adolescentes,
jogos vários a toda hora...
Nossa mente volta no tempo
e rimos a dar com o pau,
quando amanhece o dia,
não sabemos o seu final...
Mas uma coisa é certa,
quando ela vai embora
fica um vazio da festa
que só ela faz, quando está!

Fonte da imagem: peregrinacultural.wordpress...