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sexta-feira, 14 de agosto de 2009

A terrível dor de dentes


Hoje é o quinto dia em que convivemos juntas – eu e minha dor de dentes –
Anteontem, não deu pra esperar. Rumei para o dentista que me prometeu um atendimento de “encaixe”.
Depois de duas horas na sala de espera, convivendo com algumas pessoas com máscaras na boca, temerosas da gripe do “porco”, entrei no consultório, zonza de dor.
Confirmada pelo Raios-X a necessidade de se fazer canal, apesar de externamente, absolutamente nada, provar tal suspeita, sofri com a anestesia uma tremenda falta de ar, não sei se provocada pelo meu medo costumeiro daquela cadeira, onde nos sentimos totalmente impotentes e dominados.
O canal foi aberto e sentindo meu bloco colocado há três anos atrás, que me custou os olhos da cara, indo pelos ares, já não conseguia distinguir a dor mais forte – a dor real ou a dor do meu bolso quando fossem fazer novo bloco.
Não é necessário dizer que saí de lá com uma lista de medicamentos que deveriam conter a dor que eu ainda sentia. A recomendação do dentista é que eu deveria ligar para o seu celular, a qualquer desconforto.
Vim pelo caminho tentando identificar seus presságios. Seria um ato de delicadeza de sua parte por ser eu uma nova cliente ou meu caso era por demais grave e requeria uma atenção especial ?
Não preciso dizer que daí para a frente meu martírio ficou ainda maior e nada mais foi objeto de minha atenção naquela noite. Pensei em ficar de tocaia, sem dormir, mas a primeira dose da medicação cavalar me abateu nos primeiros trinta minutos, após minha ida para a cama.
Devo ter apagado totalmente, como disse meu marido, mas ao ser despertada pelo celular para tomar a segunda dose, em plena madrugada, constatei que ela apenas havia diminuído e lá continuava sorrateira, a me lembrar que não podia esquecê-la. Felizmente, não custei muito a conciliar o sono e acordei feliz, ontem, por estar sem nenhuma dor.
Mas hoje, apesar de ter tomado a quinta dose dos remédios, ela recomeçou a me perturbar. Começo a entender porque foi recomendado o analgésico se eu ainda sentisse dor.
Nesse momento, com o estômago doendo pelo efeito dos anti-inflamatórios, estou duelando com ela – a terrível dor de dentes – para não usar o analgésico.
Vamos ver se eu agüento.

Fonte da imagem: jujusantosrodr.blogspot.com

4 comentários:

  1. Adorei o título do seu blog!e estou lendo aos poucos.

    Melhoras com as dores,acho que o dente é o pior.

    Bjs,

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  2. Vou te contar...dor de dente ninguém merece. Morri com dor de dente na gravidez...afffzzz...
    certo...
    estou retribuindo a visita. Vou segui-la no entanto nao os encontrei entre meus seguidores.
    Beijos

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  3. Adir, olá!
    Hoje seu blog foi novamente indicado a um selo pelo Duelos, desta vez ao selo "Vale a Pena Ficar de Olho Nesse Blog!".
    Se quiser incluí-lo aqui, é só ir ao Duelos conferir!
    Abração e ótimo final de semana!

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  4. ana maria Guimaraes Ferreira15 de agosto de 2009 00:44

    Amiga dor de dente é pior do que dor de amor. Um cura com outro amor e a dor de dente se recusa a permitir que um novo dente nasça.............
    Mas as dores também tem seu lado bom ficamos sabendo que ainda temos dentes,........
    Brincadeiras a parte ate a dor se transforma em crônica....bjs

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