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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Falando de mulheres...



Esse é mais um texto que recebi por e-mail e divido com vocês.


Por que para os homens as mulheres são umas bruxas!?


Porque chegam no fim do mês fazendo mágica com o dinheiro.
Porque estão ao mesmo tempo em vários lugares: lavando, passando, servindo a mesa, fazendo comida, cuidando de tudo!
Porque são capazes de se transformar em cobra, apenas com a olhada naquela loira que o seu namorado ou marido deu…
Porque podem ir voando até o lugar onde são necessárias.

Porque se comunicam com os animais (Homens?) falando no idioma do amor.
Porque pressentem quando um amigo necessita de seus conselhos.
Porque praticam a telepatia, adivinhando os pensamentos daqueles a quem amam sem necessitar de palavras para traduzir.
Porque são várias pessoas em um só corpo: filha, irmã, esposa, mãe, amante, companheira e amiga!

Porque possuem o dom de adiantar-se aos acontecimentos só por intuição!
Porque mágicamente são ambíguas: suaves como a seda mas com o interior de diamante.
E AINDA TEM HOMEM POR AÍ QUE SE ACHA O MÁXIMO!!!

Fonte da imagem: imagensporfavor.com

domingo, 30 de maio de 2010


Ontem, encontrei na Internet, enviado por uma grande amiga, esse maravilhoso texto que não posso deixar de dividir com vocês, de autoria da Equipe de Redação do Momento Espírita, inspirada em mensagem de Rubens Costa Romanelli, em frases do livro Momentos de Meditação, ed. LEAL, e no cap. 178 do livro Minutos de Sabedoria, ed. Vozes.
Resista Um Pouco Mais...

Há dias em que temos a sensação de que chegamos ao fim da linha.
Não conseguimos vislumbrar uma saída viável para os problemas que surgem em grande quantidade.
Com você não é diferente. Você também faz parte deste mundo cheio de provas e expiações. Desta escola chamada terra.
E já deve ter passado por um desses dias, e pensado em desistir...
No entanto vale a pena resistir...
Resista um pouco mais, mesmo que as feridas latejem e que a sua coragem esteja cochilando.
Resista mais um minuto e será fácil resistir aos demais.
Resista mais um instante, mesmo que a derrota seja um ímã... Mesmo que a desilusão caminhe em sua direção.
Resista mais um pouco mesmo que os pessimistas digam para você parar... mesmo que sua esperança esteja no fim.
Resista mais um momento mesmo que você não possa avistar, ainda, a linha de chegada... mesmo que a insegurança brinque de roda a sua volta.
Resista um pouco mais, ainda que a sua vida esteja sendo pesada na balança dos insensatos, e você se sinta indefeso como um pássaro de asas quebradas.
As dores, por mais amargas, passam...
Tudo passa...
A ilusão fascina, mas se desvanece...
A posse agrada, porém se transfere de mãos...
O poder apaixona, entretanto, transita de pessoa.
O prazer alegra, todavia é efêmero.
A glória terrestre exalta e desaparece.
O triunfador de hoje, passa, mais tarde, vencido...
Tudo, nesta vida, tem um propósito...
A dor aflige, mas também passa.
A carência aturde, porém, um dia se preenche.
A debilidade física deprime, todavia, liberta das paixões.
O silêncio que entristece, leva à meditação que felicita.
A submissão aflige, entretanto fortalece o caráter.
O fracasso espezinha, ao mesmo tempo ensina o homem a conquistar-se.
A situação muda, como mudam as estações...
O verão brinca de esconde-esconde com a brisa morna, mas cede lugar ao outono, que espalha suas tintas sobre a folhagem. O inverno chega e, sem pedir licença, congela a brisa e derruba as folhas.
Tudo parece sem vida, sem cor, sem perfume...
Será o fim? Não! Eis que surge a primavera e estende seus tapetes multicoloridos, espalhando perfume no ar e reverdecendo novamente a paisagem...
Assim, quando as provas lhe baterem à porta, não se deixe levar pelo desejo de desistir... resista um pouco mais.
Resista, porque o último instante da madrugada é sempre aquele que puxa a manhã pelo braço...
E essa manhã bonita, ensolarada, sem algemas, nascerá para você em breve, desde que você resista.
Resista, porque alguém que o ama está sentado na arquibancada do tempo, torcendo muito para que você vença e ganhe o troféu que tanto deseja: a felicidade...
.....................................
Não se deixe abater pela tristeza.
Todas as dores terminam.
Aguarde que o tempo, com suas mãos cheias de bálsamo, traga o alívio.
A ação do tempo é infalível, e nos guia suavemente pelo caminho certo, aliviando nossas dores, assim como a brisa leve abranda o calor do verão.
Mais depressa do que supõe, você terá a resposta, na consolação de que necessita.
Por tudo isso, resista... e confie nesse abençoado aliado chamado tempo.
Fonte da imagem: br.olhares.com

sábado, 29 de maio de 2010

A força do hábito


Habituada estou com você.

Habituada.

Preciso ter momentos assim, longe de sua presença, duas ou três horas que sejam, para vivenciar, como agora, a saudade de você.

Rodeio-me de livros, amigos, bons papos e, em paralelo, é o seu rosto que vejo, são suas frases ditas assim, sem pensar, são seus olhos me olhando como na primeira vez…

Coisas tão presentes em nossa vida que nos fazem ficar, desse jeito, habituados, e sem a elas dar o valor real…

Fonte da imagem: www.kboing.com.br

quinta-feira, 27 de maio de 2010

A promessa do dia


Acordo e, ao olhar o céu, percebo que o dia vai ser fechado, sombrio, escuro…O sol, com preguiça, não dá mostras de quem quer aparecer por aqui.Pedaços do céu, ora azulados, ora de cor cinza, me deixa em dúvida sobre o que fazer.Coloco minha roupa de banho e desço para a piscina ou, com meu novo guarda-chuva, arrisco uma ida ao shopping para sentir a nova moda do verão?O que diz meu ânimo, então?Sinto que somos movidos pelo tempo, pela adequação à sociedade e nunca mesmo pela nossa inteira vontade. Quando optamos pela piscina, o fazemos porque o verão nos leva até lá. Quando optamos pela ida ao shopping também o fazemos porque as férias logo acabarão e aí não teremos mais tempo de andar sem rumo dentro de um shopping pela manhã.Mas e o nosso ânimo? O que ele nos diz?Não prestamos atenção aos seus sinais. Por vezes, ele não quer nos deixar sequer ir em frente – a cama ainda será o melhor lugar -, por outras, os passeios seriam diferentes – percorrer de carruagem as ruas calmas de Paquetá, tão distante daqui – por outras, ainda, visitar amigos distantes, sem mesmo ter a preocupação de poder não encontrá-los…E mais uma vez, pergunto: o que faria o nosso ânimo, a nossa vontade?

Fonte da imagem: www.cidadaopg.sp.gov.br

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Meu tipo inesquecível


Hoje falei, por telefone, com meu tipo inesquecível. Lembrei-me da minha infância e de sua presença constante em minha vida.Devia ter uns trinta e cinco anos. Era mãe de dois meninos, um da minha idade e o outro da idade de uma das minhas irmãs. Sabíamos que ela e o marido não se davam muito bem. Ouvíamos com relativa freqüência suas brigas conjugais. Era nossa vizinha do lado direito. Tinha uma alegria permanente, apesar dos problemas. Não me lembro de nunca tê-la visto verdadeiramente triste. Era isso o que me fascinava! Gostava de vestes coloridas e nunca esquecia o batom e o pó compacto. No bairro, tinha fama de namoradeira, pois era jovem e bonita, diferente das mães da rua que aparentavam um semblante mais responsável, de acordo com a época.Eu e minhas irmãs a admirávamos, visto que sua felicidade aparente e seu porte de moça descompromissada com a vida nada tinha a ver com seus constantes votos pra tudo e pra todos de – vá com Deus!, que Deus te crie!, que Deus te proteja e te guarde! – tão próprios das velhinhas beatas do local.Sabia uma imensa coletânea de simpatias e rezas para curar os pequenos males – as frieiras e as erisipelas. Nunca contou como aprendeu o ofício, mas nele acreditávamos piamente e constatávamos seus efeitos em nós mesmos e em quem se permitia experimentá-lo.Apesar de sua fama de irresponsável, minha mãe gostava muito dela, para nossa sorte, e só a ela nos confiava quando, depois de muitos pedidos, concordava em nos deixar acompanhá-la à padaria, à quitanda ou à papelaria, locais próximos de nossa casa. Aquele pequeno percurso que, na maioria das vezes, não durava mais de dez minutos, de mãos dadas com ela, parecia uma eternidade extasiante. Corríamos no seu ritmo, sorríamos com suas brincadeiras, enfim, saboreávamos cada gesto, cada som vindo dela.Lembro-me perfeitamente do dia em que fomos todos juntos assistir à cantora Emilinha Borba numa apresentação no palco montado num caminhão, no Convento que precisava arrecadar fundos. Muitas pessoas lá estavam, parece que todo o bairro havia se deslocado para lá, mas a alegria de nossa grande amiga sobrepujava a de todos.Lembro-me, hoje ainda, já passados quase cinqüenta anos, do brilho do seu olhar, da sua alegria genuína. O dia seguinte, com seus comentários sobre a festa, as canções, o figurino da artista, era melhor ainda. Ninguém conseguia contar uma história e prender tanto nossa atenção daquele jeito. Só ela, meu tipo inesquecível.Ali, ao lado de nossa casa, no parapeito do muro divisório, nas conversas das tardes, nos relatos sobre os problemas de sua família e antepassados, ia lançando mosaicos de aprendizado na nossa formação, inesquecíveis para sempre.Choramos quando, depois da separação do marido, precisou se ausentar por dois anos. Sofremos por ela quando ficou longe dos dois filhos para garantir a pensão alimentícia. Na sua volta, vibramos.E, assim, foi seguindo a vida. Crescemos e vimos seus filhos crescerem. Na luta pela sobrevivência criava artesanatos variados, todos voltados para a espiritualidade. Quantas colchas de retalhos e quantos panos de crochet multicoloridos nos exibia com orgulho…Há alguns anos, adoeceu brabo. O fumo acirrado deu-lhe de presente um enfisema incurável. Já nessa época tivemos a certeza de que a morte do filho mais velho, vitimado de câncer no pulmão, em muito havia contribuído para que sua doença se alastrasse. Necessitou de novos ares e com muita tristeza, mais uma vez, sentimos essa separação. Embora já estivéssemos casadas e fisicamente longe dela, com a venda da casa e sua saída definitiva, parecia que um cordão crucial de nossas vidas havia sido rompido.Hoje, distante, ainda doente, sem grandes possibilidades, já conta com mais de oitenta anos, conserva a alegria - sua eterna companheira - e a fé inabalável na vida, a certeza de que tudo é o que tem que ser.Como eu ia dizendo, hoje falei com ela por uns longos dez minutos e, como sempre, meu coração se encheu de fé e esperança.
Fonte da imagem:www.gfpessegueiro.com

terça-feira, 25 de maio de 2010

Sob seu domínio


Vejo-me presa às suas vontades, obediente ao seu mando, pronta a realizar seus mínimos desejos, indagando aqui e ali, tentando descobrir antes dele mesmo o que o fará feliz. Se meu desejo é mais forte, mas a ele atemoriza, estou pronta a contemporizar, para que nada o desagrade. Vivo em busca da sua satisfação, de adivinhar suas emoções positivas, de fabricá-las mesmo, em outros momentos, nem que seja para vê-lo um segundo em paz. Hoje sou seu domínio, robotizada e atenta ao seu comando. Tento em remotas vezes voltar ao que eu era, mas não consigo me reconhecer além dele, além do que me permite ou autoriza que eu faça. E o estranho de tudo isso é que nada, absolutamente nada, me faz mais completa do que viver para ser seu domínio.

Fonte da imagem:www.overmundo.com.br

domingo, 23 de maio de 2010

A indecisão


Preparo-me para uma recepção de formatura.Meu traje tem que ser bonito, único e adequado.Posto-me diante do guarda-roupas para resolver a questão.Pés, mãos, cabelos já foram preparados para a ocasião e não deixaram dúvidas quanto ao estilo.No entanto, o traje, sapatos e bolsas, são a questão principal.Peças e mais peças são provadas por mim. Faço maratona diante do espelho para definir o que combinar com os sapatos vermelhos de salto agulha.O vestido longo, preto, tem pedras cor de mel na faixa da cintura e não cai bem com os sapatos abertos na gáspia. Escolho então a túnica bege com calças tipo pantalona, em tecido de festa e acho que acertei. No entanto os sapatos vermelhos destoam dos frisos marrons na borda inferior da túnica.Após várias outras tentativas, decido-me enfim pela peça única em branco e para combinar com os sapatos vermelhos, orno-a com um cordão comprido e dourado com duas pedras vermelhas na ponta. Olho-me e confirmo que encontrei o modelo acertado.Reparo que a cadeira ao lado está repleta de roupas a serem guardadas e, enfadonhada, lembro-me de outrora, quando não tinha escolhas e era bem mais feliz..

Fonte da imagem:bymarimolina.blogspot.com