Quantos estão lendo agora...

Lendo e ouvindo...


Bem Vindo


quinta-feira, 1 de abril de 2010

Ah! 0 apagão!


Ontem, às 22.00 horas preparamos o quarto para fugir do calor. Como de hábito, ligamos o ar-condicionado e da sala, esperávamos o tempo hábil para a refrigeração, quando após apenas quinze minutos da meia hora que deveríamos aguardar, veio o apagão!Apressamo-nos a correr para desconectar todas as tomadas, antes que a volta repentina da luz, estourasse os equipamentos elétricos. Após esse feito, ficamos no aguardo do retorno da energia elétrica que, não fossem as notícias da rádio CBN,pelo rádio de pilhas, não saberíamos que não voltaria tão logo.O fato por si só, já mandou pra' bem longe o meu sono, antes já instalado. Tenho perfeito horror a escuro. Sou daquelas que mesmo estando no vigésimo sono, se a lâmpada da cabeceira se apagar, acordo de pronto. Como tudo nessa hora acontece, as pilhas da lanterna tão pouco usada, não funcionaram e recorremos as "velas". Quatro grupos de castiçais queimavam as únicas velas restantes, coisa que durou mais de seis horas.Por mais de duas horas, o ar fresco na varanda permitiu que ficássemos repousando ao aguardo. Passado esse tempo, resolvemos entrar e tentar dormir. Meu marido logrou êxito, mas eu, como já esperava, não. Tenho pavor de velas acesas dentro de casa e com isso, fiquei imóvel ao seu lado, com o cuidado de não acordá-lo com minhas reviravoltas na cama.Eis que exatamente à uma e vinte da manhã, horário marcado no meu celular, a secretária eletrônica soltou um grito de "no message" que me arrepiou inteira . Recuperei-me e decidi apagar as luzes da cozinha e banheiros que ficaram acesas não sei porquê e ligar a geladeira.Tão logo conclui meu feito, sem qualquer aviso tudo se apagou de novo, me deixando em pânico naquele breu e sem velas na mão. Foi um percurso interminável da cozinha ao quarto e achando a cama, deitei-me de novo, quando lembrei que teria que voltar para, novamente, desligar a geladeira. Rezei, me benzi e lá fui eu. Já mais calma, retornei ao quarto, deitei-me e ali fiquei até às três e quinze da manhã, quando voltou a luz. Claro que aguardei uns quinze minutos para religar a geladeira...Lembro que só consegui concatenar o sono por volta das quatro e meia da manhã.E hoje, só se fala nisso e os incompetentes a quem estamos entregues estão tentando discutir o que houve. Só no Brasil !

Fonte da imagem: alerta.inf.br

terça-feira, 30 de março de 2010

Falta de sono...


Às quatro da manhã, perdi o sono. O mesmo sono que me perseguiu ontem por várias horas, depois do almoço. Pensei não haver motivo para tal, mas tentei buscar em vão, explicações para o fato, internamente, na minha consciência. Como disse, foi em vão, pois até quase sete da manhã, os pensamentos iam e vinham sem realmente me dizer o porque.
Chego à conclusão de que motivos não existem para nada, as coisas apenas acontecem...

Fonte da imagem:www2.uol.com.br

segunda-feira, 29 de março de 2010

Mais uma de Marta Medeiros


Essa é mais uma crônica que recebo e não posso deixar de dividir com vocês.

"Depois de um bom tempo dizendo que eu era a mulher da vida dele, um belo dia eu recebo um e-mail dizendo: 'olha, não dá mais'. Tá certo que a gente tava quase se matando e que o namoro já tinha acabado mesmo, mas não se termina nenhuma história de amor (e eu ainda o amava muito) com um e-mail, não é mesmo? Liguei pra tentar conversar e terminar tudo decentemente e ele respondeu: mas agora eu to comendo um lanche com amigos'. Enfim, fiquei pra morrer algumas semanas até que decidi que precisava ser uma mulher melhor para ele. Quem sabe eu ficando mais bonita, mais equilibrada ou mais inteligente, ele não volta pra mim?
Foi assim que me matriculei simultaneamente numa academia de ginástica, num centro budista e em um curso de cinema. Nos meses que se seguiram eu me tornei dos seres mais malhados, calmos, espiritualizados e cinéfilos do planeta. E sabe o que aconteceu? Nada, absolutamente nada, ele continuou não lembrando que eu existia.
Aí achei que isso não podia ficar assim, de jeito nenhum, eu precisava ser ainda melhor pra ele, sim, ele tinha que voltar pra mim de qualquer jeito!
Pra isso, larguei de vez a propaganda, que eu não suportava mais, e resolvi me empenhar na carreira de escritora, participei de vários livros, terminei meu próprio livro, ganhei novas colunas em revistas, quintupliquei o número de leitores do meu site e nada aconteceu. Mas eu sou taurina com ascendente em áries, lua em gêmeos, filha única! Eu não desisto fácil assim de um amor, e então resolvi tinha que ser uma super ultra mulher para ele, só assim ele voltaria pra mim.
Foi então que passei 35 dias na Europa, exclusivamente em minha companhia, conhecendo lugares geniais, controlando meu pânico em estar sozinha e longe de casa, me tornando mais culta e vivida. Voltei de viagem e tchân, tchân, tchân, tchân: nem sinal de vida.
Comecei um documentário com um grande amigo, aprendi a fazer strip, cortei meu cabelo 145 vezes, aumentei a terapia, li mais uns 30 livros, ajudei os pobres, rezei pra Santo Antonio umas 1.000 vezes, torrei no sol, fiz milhares de cursos de roteiro, astrologia e história, aprendi a nadar, me apaixonei por praia, comprei todas as roupas mais lindas de Paris. Como última cartada para ser a melhor mulher do planeta, eu resolvi ir morar sozinha. Aluguei um apartamento charmoso, decorei tudo brilhantemente,
chamei amigos para a inauguração, servi bom vinho e comidinhas feitas, claro, por mim, que também finalmente aprendi a cozinhar. Resultado disso tudo: silêncio absoluto.
O tempo passou, eu continuei acordando e indo dormir todos os dias querendo ser mais feliz para ele, mais bonita para ele, mais mulher para ele.
Até que algo sensacional aconteceu... Um belo dia eu acordei tão bonita, tão feliz, tão realizada, tão mulher,
que eu acabei me tornando mulher DEMAIS para ele. Ele quem mesmo??? "
"NASCEMOS E MORREMOS SÓS... POR ISSO A NOSSA VIDA ESTÁ EM NOSSAS MÃOS... É UMA BAITA SACANAGEM DEIXAR PRO OUTRO A RESPONSABILIDADE DE NOS
FAZER FELIZ, POIS SOMOS TOTALMENTE RESPONSÁVEIS PELA VIDA QUE OPTAMOS TER!"

"Nunca se deve engatinhar quando se tem o impulso de voar."

Fonte da imagem: dreina86.wordpress.com

domingo, 28 de março de 2010

Ai, meus ouvidos!


Hoje meus ouvidos estão sensíveis. E, logo hoje, terei que acionar o telemarketing do meu cartão de crédito para pagamento de contas.Valorizo e muito os sotaques e as maneiras de falar do povo brasileiro. Chego a desejar ter nascido em Minas Gerais para poder falar daquela maneira mansa, puxada nos "esses" com graciosidade.No entanto, acho que todo o serviço de telemarketing do país está centrado em São Paulo e nada me irrita mais do que ouvir aqueles "meeeeeeeennnnnnnnnnnnttttttttttoooooooo" todos e nunca vi arranjarem tantas palavras como momento, agradecimento, para povoar nossa conversa. Parece que o treinamento desses profissionais gira em torno daquela calma aparente que nos faz aguçar a cada sílaba mais e mais nossos ouvidos e fazê-los repetir cada palavra mais vezes. E ainda por cima incluem no discurso aqueles chavões "vou estar transferindo....., a senhora vai estar confirmando..., etc...Nada contra os paulistas, igualmente aprecio o sotaque daquela terra, mas o treinamento dos profissionais, pelo menos para mim é desaconselhável, em qualquer equipe de Recursos Humanos. Parece que para nos irritar ainda mais, a demora oriunda desse atendimento nos faz ficar mais de quinze minutos na espera, tentando adivinhar o que ocorreu na transferência da ligação da telefonista para o setor responsável. Por repetidas vezes, temos que desligar e ligar novamente e explicar tudo mais uma vez, até enfim, sermos atendidos por aquelas menininhas chatinhas, com aquela voz igualmente chata que nos faz informar até a cor da nossa peça íntima. Sei que vou levar pelo menos uns quinze minutos e vou gastar mais de três ligações para concretizar o que preciso - apenas pagar uma fatura -

E logo hoje, que meus ouvidos estão tão sensíveis...

Fonte da imagem: souddd.wordpress.com

sexta-feira, 26 de março de 2010

Tipos de Mulheres na era da Informática


Hoje , transcrevo aqui para vocês, outro e-mail que recebi, muito interessante, sobre os tipos de mulheres na era da informática, cujo autor é desconhecido.

Mulher “Internet”
Temos que pagar para ter acesso a ela.
Mulher “Servidor”
Está sempre ocupada quando precisamos dela.
Mulher “Windows”
Sabemos que tem muitas falhas, mas não podemos viver sem ela.
Mulher “PowerPoint”
Ideal para apresentar às pessoas, em festas e em convenções.
Mulher “Excel”
Dizem que faz muitas coisas, porém só a utilizamos para as operaçõesbásicas.
Mulher “Word”
Tem sempre uma surpresa reservada para nós e não existe ninguém no mundo que a compreenda totalmente.
Mulher “DOS”
Todos a tiveram algum dia, mas agora ninguém a quer.
Mulher “ScanDisk”
Sabemos que é boa e que sempre quer ajudar, mas no fundo não se entende bem o que ela faz.
Mulher “Backup”
Acreditamos que ela tem tudo mas, na hora do «vamos ver», falta sempre algo.
Mulher “Paintbrush”
Puro adorno e nenhuma substância.
Mulher “RAM”
Aquela que esquece tudo assim que se desconecta
Mulher “Hard-Disk”
Concorda com tudo, todo o tempo.
Mulher “Multimédia”
Faz com que tudo pareça mais bonito.
Mulher “Mouse”
Funciona apenas quando é arrastada.
Mulher “End-user”
Não faz nada como deve ser e está sempre a fazer perguntas.
Mulher E-Mail
De cada dez coisas que diz, nove são bobagens.
E a melhor...
Mulher “Vírus”
Quando menos se espera, instala-se no nosso apartamento e vai tomando conta de todo o nosso espaço.
Se tentamos desinstalá-la, perdemos muitas coisas, se não tentamos… perdemos tudo!

quinta-feira, 25 de março de 2010

As lojas de R$1,99


Ainda não descobri minha atração por camelôs e por lojas de artigos diversos, a preço baratíssimo.
Confesso que até já tentei, por várias vezes, prestar atenção nessa “tara”, descobrir a razão exata de tal preferência, mas sempre me perco em explicações óbvias que não me rotulem de brega ou maluca.
Hoje, tive a grata surpresa de encontrar, totalmente, por acaso, uma bem próxima de minha residência.
Acho que os céus clamaram por isso a meu favor, pois foi mesmo por acaso que a encontrei. Vejam que a rua por onde eu teria que passar estava fechada para obras da Prefeitura e eu tive que tomar outro acesso – esse bendito caminho que me levaria à loja de R$1,99.
Tão extasiada fiquei, que me detive na porta por uns cinco minutos. Não sei o que a recepcionista pensou ao meu olhar ali, apatetada, como se estivesse diante da Torre Eiffel.
Ela não entende que o grande “barato” é investigar como um colecionador,as miudezas e se surpreender com o preço baixo, agrupar na cesta muitas e muitas delas e ao chegar em casa, espalhá-las encima de uma mesa, somente para apreciar a diversidade de cores e as miniaturas.
Sei que grande parte desses produtos são descartáveis, mas a graça está nessa possibilidade. Se duram uma semana, o custo não foi alto e a reposição torna de novo, a casa nova.
Já na porta, como a convidar à entrada, grandes amarrados de fitas coloridas, em tecido imitando cetim, formavam arranjos delicados propiciados por seus diferentes tamanhos.
No lado oposto uma prateleira de porta-retratos de todas as larguras, exibiam fotos em preto e branco de crianças fazendo graça. O que me chamou a atenção foi a forma como estavam dispostos, parecendo uma história em quadrinhos, devido a seqüência de atitudes. A primeira criança com as mãos esticadas, jogava uma bola, no seguinte a outra com os braços levantados parecia buscar a bola no ar e assim seguiam as outras imagens.
Bolas, bolas e mais bolas enfeitavam um dos lados de uma parede e exibiam com maestria um arco tão chamativo que, o mais experiente decorador de festas infantis, talvez não soubesse compor.
E a cesta no meio da loja abrigando bonecas de todas as qualidades? Essa então, parecia mais uma cama grande, acolchoada, onde sem se misturar, as bonecas carecas e as cabeludas se harmonizavam, vestidas ou não, todas pareciam fazer parte da mesma família. Percebi que a forma do rosto era a mesma em todas.
Continuei deliciando minha alma com tanta coisa pequena e colorida. De repente, meus olhos descobriram lá no fundo de um dos cestos expositores, talvez colocado ali por alguém desistente da compra, um desses pequenos relógios de mesa. Sempre acho relógios, onde quer que eu vá.
Com uns dez centímetros de altura, na cor rosa com os ponteiros pretos, era mais chamativo do que um rubi. Tinha tudo que os relógios de mesa de tamanho normal têm.
Os pés torneados, virados para fora, campainhas redondas com aquele botãozinho na parte superior, visor com os ponteiros e números indicativos das horas e minutos perfeitamente desenhados, era uma verdadeira jóia.
Não pensei duas vezes – arrebatei-o do cesto com vigor, tomei-o como meu e dirigi-me ao caixa. Paguei por essa raridade apenas R$ 5,99.
Quando saí, a recepcionista ainda ali estava, na porta, a convidar os que saiam a um retorno.
Olhou-me mais uma vez e pude sentir que não entendia minha fisionomia feliz.
Não me importei. Abracei minha preciosidade e rumei para casa realizada.
Fonte da imagem: images.quebarato.com.br

quarta-feira, 24 de março de 2010

Feliz Aniversário !


Hoje é o aniversário de uma das minhas irmãs.
Aquela mais próxima de mim, na idade, pois o tempo que nos separa uma da outra é de apenas nove meses. Devido a essa proximidade, sempre convivemos juntas, no mesmo quarto de dormir, nas primeiras brincadeiras, na primeira escola e até mesmo no primeiro emprego fora de casa.
Tão unidas e tão diferentes. Eu descrente, ela espiritualizada.
Físicamente, nem se fala. Ela, franzina, olhos grandes e eu, grande e espaçosa, com os olhos sempre a sorrir.
Era ela que tentava na adolescência, me fazer abandonar meu jeito moleque e imitá-la na postura de mocinha elegante. Era ela que me repreendia quando quase a todo o momento, eu falava demais.
Sempre foi corajosa, não temente à vida, ao passo que eu, medrosa e cautelosa. Morosa ao tomar atitudes, quase sempre quando já não adiantava mais.
Sua postura física sempre disse o que ela era por dentro. Elegante, forte e decidida.
Caminha assim, diante da vida. De braços abertos a receber o que vier pela frente. Acostumada a batalhar pelas suas coisas, a encarar de frente os dissabores, a reagir e lutar.
Como a admiro. Como às vezes, sofro por ela... Como brigo com ela e por ela. Como às vezes, não concordando com suas atitudes, sinto vontade de nela bater, para ver se acorda e sofre menos.
Hoje, ela já é avó, mas mantém suas atitudes, sem pieguices, totalmente diferente de mim, que faço delas, minha bandeira.
Não é assim que demonstra seu amor.
Admiro-a e antes de tudo, amo-a.
Parabéns, minha irmã. Felicidades pelo dia de hoje !

Fonte da imagem: pastoralfamiliarapodi...